Cursos


Os cursos acontecerão no período pré-congresso, dias 19 e 20 de novembro de 2022.
Local: Centro de Convenções de Salvador
Av. Octávio Mangabeira, 5.490 - Boca do Rio, Salvador - BA, 41706-690


É possível cada congressista escolher mais de um curso, desde que não sejam oferecidos no mesmo dia e no mesmo turno (clique em + detalhes).

Todos os cursos têm vagas limitadas, que serão distribuídas mediante confirmação de inscrição e pagamento. Aos cursistas presentes será oferecido certificado de participação.
A participação nos cursos é condicionada à inscrição no Congresso. Caso ainda não tenha se inscrito no Congresso, clique aqui.

Após o pagamento de inscrição do congresso, o menu Inscrição em Atividades estará disponível em sua área restrita para que possa escolher o(s) curso(s) que deseja participar.


Valores: o custo de cada curso é de R$ 20,00 para associados da ABRASCO e Movimentos Sociais e de R$50,00 para não associados.


C02 - DAG: GRÁFICOS ACÍCLICOS DIRECIONADOS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 7A

Vagas: 60
Carga horária: 8 horas

Coordenador:
Antonio Augusto Moura da Silva

Professor:
Antonio Augusto Moura da Silva

Público alvo:
Profissionais da saúde coletiva interessados no uso da abordagem gráfica em suas pesquisas

Ementa:
Realizar inferência causal é talvez o principal objetivo do empreendimento científico. A abordagem gráfica para inferência causal tem sido cada vez mais utilizada na pesquisa científica de cunho quantitativo, mas ainda é pouco conhecida e utilizada por muitos pesquisadores da saúde coletiva. Os DAGs - gráficos acíclicos direcionados são utilizados para expressar as hipóteses e os pressupostos acerca da natureza causal de um problema e são cada vez mais importantes para se realizar inferência causal. Codificam informação qualitativa a partir da qual podem ser derivadas implicações testáveis a respeito das relações de independência e dependência causal entre variáveis. A partir da aplicação do critério da porta de trás de Pearl, os DAGs são úteis para a seleção de um conjunto mínimo de variáveis de ajuste para confundimento e para evitar viés de colisão. O objetivo do curso é propiciar o conhecimento e a utilização da abordagem gráfica na pesquisa em saúde coletiva. O curso será ministrado por meio de aulas teóricas, exercícios práticos e aula prática no programa DAGitty. Carga horária: 8 horas
Bibliografia:
Silva AAM. Gráficos Acíclicos Direcionados (DAGs). IN: Silva AAM. Introdução à Inferência Causal em Epidemiologia: uma abordagem gráfica e contrafatual. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2021, pp. 75-117.
Johannes Textor, Benito van der Zander, Mark K. Gilthorpe, Maciej Liskiewicz, George T.H. Ellison. Robust causal inference using directed acyclic graphs: the R package ‘dagitty‘. International Journal of Epidemiology 45(6):1887-1894, 2016.
DAGitty – draw and analyse causal diagrams. Disponível em
ELWERT, F. Graphical causal models. In: MORGAN, S. L. (Ed.). Handbook of causal analysis for social research. New York: Springer, 2013. cap. 13, p. 245-274. Disponível em
HERNAN, M. A.; ROBINS, J. M. Graphical representation of causal effects. IN: Hernan & Robins. Causal Inference: What If. Boca Raton: Chapman & Hall/CRC, 2020. Disponível em: .

C11 - EDUCAÇÃO E TRABALHO INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala 101B

Vagas: 30
Carga horária: 8 horas

Coordenadores:
Marcelo Viana da Costa
Cristiano Gil Regis

Professores:
Marina Peduzzi
Marcelo Viana da Costa

Público alvo:
Docentes, profissionais de saúde, estudantes, usuários dos serviços de saúde e representantes de movimentos sociais.

Ementa:
A Educação Interprofissional entendida como intervenções e ações educativas nas quais membros de mais de uma profissão da saúde aprendem juntos de forma interativa com o explicito propósito de melhorar a colaboração interprofissional para melhorar a saúde e bem-estar dos pacientes e famílias. No contexto brasileiro o debate e as intervenções educativas pautadas na Educação Interprofissional ampliam-se a partir de meados dos anos 2000 de forma articulada as práticas de atenção a saúde, educação e formação no SUS e contribui para que os serviços de saúde (re)situem as complexas e dinâmicas necessidades de saúde na centralidade do processo de trabalho, observando as diferenças existentes no país, buscando orientar as ações na integralidade da saúde de forma comprometida com a participação popular e a justiça social. Apesar da reconhecida necessidade da EIP persistem imprecisões conceituais e os desafios para sua implementação como componentes curriculares.
Esta proposta tem o objetivo de fornecer subsídios conceituais e metodológicos para a adoção da interprofissionalidade nas iniciativas de formação e na dinâmica do trabalho em saúde.
O curso adotará metodologias diversificadas: 1) elaboração de painéis sobre a realidade atual da formação e do trabalho em saúde; 2) levantamento dos conhecimentos prévios dos participantes; 3) exposição dialogada sobre conceitos-chave que subsidiam a discussão da educação e do trabalho interprofissional; 4) elaboração em pequenos grupos de planejamentos de iniciativas de educação e trabalho interprofissional; 5) socialização das discussões e síntese
Sábado 19 de novembro 2022 – Manhã e Tarde – 09h às 17h
C02 - DAG: GRÁFICOS ACÍCLICOS DIRECIONADOS+ detalhes
C11 - EDUCAÇÃO E TRABALHO INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE+ detalhes


C05 - ABORDAGEM PSICOSSOCIAL DAS DOENÇAS NEGLIGENCIADAS: UM ENFOQUE PARA O ESTIGMA E O EMPODERAMENTO RELACIONADO ÀS PESSOAS ACOMETIDAS PELA HANSENÍASE.

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 3B

Vagas: 30
Carga horária: 4 horas

Coordenadores:
Kaic Santos Silva Pereira
Héllen Xavier Oliveira

Professores:
Héllen Xavier Oliveira
Kaic Santos Silva Pereira


Público alvo:
Profissionais que atuam no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) e Sistema Único de Assistência Social (SUAS), acadêmicos, pesquisadores, gestores, movimento social e outros.

Ementa:
Compreende-se que o século XXI busca exaustivamente romper com paradigmas seculares como a exclusão de pessoas acometidas pela hanseníase, realizando discussões sobre o respeito aos direitos humanos dentro da condição de saúde de cada cidadão no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse cenário, torna-se oportuna a reflexão acerca dos processos que mantêm/reforçam a estigmatização de pessoas acometidas pela doença; como os participantes se inserem nesse contexto; e qual o seu papel na identificação desse fenômeno (estigma e manifestações de empoderamento) e dos caminhos para o enfrentamento da doença. O objetivo da presente proposta será promover uma reflexão crítica sobre os conceitos de estigma e empoderamento no contexto da hanseníase, e proporcionar que os participantes conheçam ferramentas que apoiam na identificação desses fenômenos em seus territórios de atuação. Metodologia: A proposta estrutura-se como um minicurso, com carga horária de 4h. Contará com a participação de profissionais com experiência na área de estigma e hanseníase, que conduzirão exposições dialogadas e discussão de situações problema. Também serão apresentadas ferramentas de avaliação do estigma e empoderamento validadas para hanseníase, discussão que será norteada a partir do Guia das Escalas de Estigma EMIC e Guia da Escala de Empoderamento.
Espera-se mobilizar os participantes para conhecerem mais ferramentas de abordagem psicossocial. Além disso, relatório da atividade, contendo os principais pontos abordados durante o minicurso e sobre o contexto de vulnerabilidade em que se encontram as pessoas acometidas pela hanseníase e outras doenças tropicais negligenciadas.
Sábado 19 de novembro 2022 - Tarde – 14h às 17h
C05 - ABORDAGEM PSICOSSOCIAL DAS DOENÇAS NEGLIGENCIADAS: UM ENFOQUE PARA O ESTIGMA E O EMPODERAMENTO RELACIONADO ÀS PESSOAS ACOMETIDAS PELA HANSENÍASE.+ detalhes


C06 - INTRODUÇÃO À SAÚDE GLOBAL E À DIPLOMACIA DA SAÚDE (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala 106B

Vagas: 40
Carga horária: 16 horas

Coordenadores:
Luís Eugênio Portela Fernandes de Souza
Paulo Marchiori Buss

Professores:
Luís Eugênio Portela Fernandes de Souza
Paulo Marchiori Buss

Público alvo:
Estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais de Saúde, pesquisadores e integrantes de movimentos sociais interessados no tema

Ementa:
O tema da Saúde Global vem ganhando destaque e despertando o interesse de pesquisadores e estudantes da área da Saúde Coletiva (SC). A pandemia de covid-19 pôs em relevo a importância das relações internacionais não apenas para o manejo da atual crise sanitária, mas também para o enfrentamento de futuras crises, em suas múltiplas dimensões: sanitária, econômica, social, simbólica, etc. Dada esta importância, este curso tem como objetivo contribuir para a discussão, no âmbito da Saúde Coletiva, dos vários aspectos referentes à saúde na perspectiva global.
O programa do curso inclui a discussão sobre os conceitos de saúde internacional e saúde global, a apresentação da evolução das experiências históricas de intervenções em problemas de saúde para além das fronteiras nacionais, a descrição dos mecanismos e das estruturas de governança global da saúde e a reflexão sobre o desempenho do sistema multilateral frente à pandemia de covid-19.
Os procedimentos metodológicos serão pautados em metodologias ativas, dando-se ênfase a articulação entre teoria e análise reflexiva, a partir do compartilhamento de saberes, com a realização de exposições dialogadas.
Cursos que acontecerão dia 19 – Sábado de 09h às 17h (Manhã e Tarde) e dia 20 – Domingo de 09h às 17h (Manhã e Tarde)
C06 - INTRODUÇÃO À SAÚDE GLOBAL E À DIPLOMACIA DA SAÚDE (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)+ detalhes


C01 - HISTÓRIA DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 100A

Vagas: 50
Carga horária: 12 horas

Coordenadores:
Carlos Henrique Assunção Paiva
Luiz Antônio da Silva Teixeira

Professores:
José Roberto Franco Reis
Luiz Alves Araújo Neto

Público Alvo:
Movimento social, estudantes e pesquisadores da saúde coletiva

Ementa:
O curso tem como objetivo discutir temas relevantes da história da saúde no Brasil no contexto do século XX. Trataremos de diversos temas da história da saúde no Brasil consagrados pela historiografia, tendo como foco as políticas de saúde instituídas nos diversos períodos da história; as condições de saúde de diversos setores da população e sua relação com os diferentes aspectos da organização social; as correntes de pensamento médico-sanitário que pautaram as ações; as transformações nos saberes médico-científicos e nas práticas de saúde; as epidemias; os diferentes conhecimentos e práticas para o seu controle e o papel das iniciativas privadas e filantrópicas no campo da saúde. O curso chegará até o contexto da reforma sanitária brasileira, o relacionando tanto a criação da Saúde Coletiva quanto a institucionalização de um renovado sistema de saúde no país.
Objetivo: oferecer, em perspectiva histórica, uma visão panorâmica acerca das ideias, das ações e das políticas que organizaram diferentes experiências institucionais da saúde pública nacional.
O curso será conduzido por pesquisadores do Observatório História e Saúde (COC/Fiocruz), instância que articula Ciências Sociais, História e Saúde Coletiva, com vistas a contribuir para uma compreensão de aspectos históricos e atuais do campo da saúde. Em termos metodológicos, será conduzido a partir de aulas expositivas, com apoio de diferentes recursos informacionais e mídias.
Público: interessados em compreender, em perspectiva história, a experiência brasileira na saúde pública, tais como lideranças de movimentos sociais, estudantes de diferentes áreas, trabalhadores da saúde, professores e pesquisadores.

C03 - A ABORDAGEM DE NARRATIVAS EM UMA PERSPECTIVA CLÍNICA PSICOSSOCIAL/PSICANALÍTICA PARA O TRABALHO COM GRUPOS NA FORMAÇÃO E INTERVENÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 105A

Vagas: 30
Carga horária: 12 horas

Coordenadores:
Marilene de Castilho Sá
Lilian Miranda

Professores:
Marilene de Castilho Sá
Lilian Miranda

Público alvo:
Profissionais de saúde ou de áreas afins, que estejam atuando em funções assistenciais ou gerenciais em unidades de saúde no SUS, ou que exerçam funções de cuidado em outros serviços públicos.

Ementa:
Os serviços de saúde vêm sendo atravessados por um contexto de precarização socioeconômica, sanitária, científica, política e psicossocial. Um longo processo de deterioração que explodiu com a pandemia de Covid-19 e intensificou exponencialmente o sofrimento dos trabalhadores de saúde. Considerando ainda a tendência à desvalorização dos espaços coletivos de fala, escuta e compartilhamento, e compreendendo que a capacidade psíquica para suportar e lidar com desafios próprios ao trabalho em saúde exige um esforço grupal, pretendemos apresentar algumas bases conceituais e metodológicas para o uso de narrativas em dispositivo grupal. A psicossociologia clínica e a psicanálise constituem nossas principais referências para o manejo da produção de narrativas e dos processos grupais junto a trabalhadores de saúde do SUS. Sustentadas pelo acúmulo de experiências de formação e intervenção, entendemos que tais espaços podem favorecer a (re)construção de sentidos para o trabalho e o encaminhamento dos seus problemas cotidianos.
Objetivo geral: introduzir um instrumental teórico-metodológico voltado para a construção de espaços grupais de elaboração das situações cotidianas vivenciadas nos processos assistenciais e de gestão, bem como do sofrimento a elas associado. Objetivos específicos: 1) apresentar as bases metodológicas da abordagem de narrativas em uma perspectiva clínica-psicossocial e psicanalítica para a formação e o trabalho com grupos nos serviços de saúde; e 2) discutir experiências de formação e intervenção, os processos grupais, as narrativas e os contextos assistenciais/institucionais em que foram produzidas.
Metodologia/Estratégia Pedagógica: leitura e discussão de textos, exposições e debates, problematização e análise de experiências de produção de narrativas em dispositivo grupal.

C04 - POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA - POLÍTICAS PÚBLICAS, SERVIÇOS, PROCESSOS DE TRABALHO E CLÍNICA (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 104A

Vagas: 50
Carga horária: 12 horas

Público alvo:
Trabalhadores, gestores e estudantes

Ementa:
O curso apresenta e discute o fenômeno da situação de rua, no Brasil, a partir das principais pesquisas do campo. A partir da caracterização do fenômeno, são apresentadas e discutidas as Políticas Públicas específicas para a população em situação de rua (PSR), os serviços das redes SUS e SUAS que atuam com esta população, os processos de trabalho das equipes para de Consultório na Rua e Centro Pop, assim como serão apresentados e discutidos os principais conceitos operacionais da clínica, para a atuação com a PSR. Até março de 2020, 222.000 pessoas estavam em situação de rua no Brasil, número que aumentou e situação que se complexificou com a pandemia de Covid-19. Neste contexto, a relevância das discussões sobre o acesso ao SUS, a intersetorialidade (com destaque para a relação SUS e SUAS) e a organização dos processos de trabalho em saúde, com vistas a ampliação da resolitividade junto à PSR ganha centralidade. A relação entre o SUS e a PSR dialoga diretamente com a a produção de cidadania, de equidade e de justiça social, reafirmando o SUS como instrumento da democracia. Enquanto política pública o SUS se aproxima da PSR a partir de 2010, guardando ainda uma dimensão de inovação quanto aos processos de trabalho e as práticas em saúde. A metodologia de trabalho do curso será a exposição dos principais temas e conceitos, discutidos e problematizados a partir de casos concretos, abordados nas dimensões da clínica e da gestão dos processos de trabalho.

C07 - PESQUISAS PARTICIPATIVAS AVALIATIVAS E O SUS: POSSIBILIDADES DE USO EM ESTUDOS DAS PRÁTICAS AMISTOSAS A INTEGRALIDADE DO CUIDADO (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala 104B

Vagas: 30
Carga horária: 12 horas

Coordenadores:
Roseni Pinheiro
Pedro Jose Santos Cruz

Professores:
Roseni Pinheiro
Pedro Jose Santos Cruz

Público alvo:
Estudantes de pós-graduação, graduação, residentes, trabalhadores, docentes, ativistas, gerentes e movimentos sociais

Ementa:
Desenvolver pesquisas participativas avaliativas das práticas de cuidado, significa assumir um posicionamento epistemológico como um processo transformador, emancipatório e democrático, a ser desenvolvido no diálogo e no respeito à pluralidade humana no seu duplo aspecto de igualdade e distinção. Com a tríade "inclusão-novos padrões de normatividade-valores humanistas pavimentamos o solo teórico-prático-metodológico deste curso a partir da interação face-a-face, com apoio de conteúdos reflexivos criticos inspirado nas obras de Hannah Arendt e Paulo Freire. Serão tematizadas, de forma didática, as três funções que a compõe quais sejam: a) ACADÊMICA - fundamentada em bases teórico-metodológicas e devolutiva de resultados; b) SOCIAL- de promover a organização social e a construção da cidadania; c) ARTICULADORA - do saber e do fazer da universidade com a sociedade. Aposta-se na coerência ético-politico-pedagogico dessas funções, para articular estratégias de tomada de decisões e ajuizamento e avaliação do agir em saúde na reafirmação da saúde como uma questão democrática e cidadania do cuidado contribuindo para o campo da Saúde Coletiva (ensino, gestão, participação e formação em saúde). Acredita-se na potência inovadora das pesquisas participativa e avaliativas para o Campo da Saúde Coletiva que incluam o “pesquisado” principalmente aqueles vulnerabilizados, auxiliando a elaboração das melhores respostas para o enfrentamento das desigualdades sociais e das demandas e necessidades de saúde
Cursos que acontecerão dia 19 – Sábado de 09h às 17h (Manhã e Tarde) e dia 20 – Domingo de 09h às 12h30 (Manhã)
C01 - HISTÓRIA DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30) + detalhes
C03 - A ABORDAGEM DE NARRATIVAS EM UMA PERSPECTIVA CLÍNICA PSICOSSOCIAL/PSICANALÍTICA PARA O TRABALHO COM GRUPOS NA FORMAÇÃO E INTERVENÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30) + detalhes
C04 - POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA - POLÍTICAS PÚBLICAS, SERVIÇOS, PROCESSOS DE TRABALHO E CLÍNICA (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30) + detalhes
C07 - PESQUISAS PARTICIPATIVAS AVALIATIVAS E O SUS: POSSIBILIDADES DE USO EM ESTUDOS DAS PRÁTICAS AMISTOSAS A INTEGRALIDADE DO CUIDADO (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30) + detalhes


C10 - PESQUISA QUALITATIVA EM AMBIENTES DIGITAIS (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 7B

Vagas: 30
Carga horária: 12 horas

Coordenadores:
Suely Ferreira Deslandes
Tiago Coutinho

Professores:
Suely Ferreira Deslandes
Tiago Coutinho

Público alvo:
Estudantes de pós graduação e pesquisadores

Ementa:
Durante a pandemia boa parte das pesquisas puderam seguir graças ao emprego de estratégias metodológicas que de algum modo envolviam os aportes digitais. A oficina se volta a pesquisadores interessados em discutir as questões epistêmicas e metodológicas que precisam ser levadas em consideração ao optar pela pesquisa em ambientes digitais. O conteúdo inclui: panorâmica sobre os diversos temas e campos de pesquisa envolvendo o binômio “internet e saúde”; breve discussão sobre redes sociotécnicas; especificidades de uma etnografia conduzida em ambientes virtuais; o conceito de “campo” na pesquisa no digital; o caráter performativo das plataformas e algoritmos nas dinâmicas interacionais; a reificação de certas categorias como a de "comunidades" e "redes sociais"; a polimidia a favor da pesquisa; e, questões éticas como o paradoxo da hipervisibilidade e o direito à privacidade.
Cursos que acontecerão dia 19 – Sábado de 14h às 17h (Tarde) e dia 20 – Domingo de 09h às 17h (Manhã e Tarde)
C10 - PESQUISA QUALITATIVA EM AMBIENTES DIGITAIS (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 9h às 17h) + detalhes


C09 - AVALIAÇÃO DAS INEQUIDADES EM SAÚDE: ÍNDICE BRASILEIRO DE PRIVAÇÃO (IBP) E DE DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE PARA COVID-19 (IDS-COVID-19) (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 14h às 17h)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 101A

Vagas: 50
Carga horária: 8 horas

Coordenadores:
Maria Yury Travassos Ichihara
Elzo Pereira Pinto Junior

Professores:
Maria Yury Travassos Ichihara
Andrea Jacqueline Fortes Ferreira

Público alvo:
Profissionais ou estudantes interessados nos estudos sobre as iniquidades em saúde e sua mensuração com indicadores complexos .recomendado para aqueles que tenham noções básicas de Epidemiologia, Bioestatística e Saúde Pública

Ementa:
Esse curso tem como objetivo apresentar a construção e o uso dos indicadores complexos criados pelo Centro de Integração de dados e Conhecimentos para a saúde para análise de desigualdades em saúde
1) o Índice Brasileiro de Privação (IBP) o qual avalia a privação material, um estado de desvantagem que é enfrentado por individuo/família/grupo, cuja medida foi estimada ao nível de municípios e de setores censitários no Brasil. Pretende-se discutir os conceitos básicos de privação, as experiências internacionais na construção e no uso dos índices de privação e as estratégias metodológicas utilizadas para criação do Índice Brasileiro de Privação, além de usos e aplicações para avaliar as inequidades na morbimortalidade na população brasileira. Isso possibilita identificar áreas de maior vulnerabilidade no território e dar suporte à implantação de políticas públicas.
2) o IDS-Covid-19 foi construído para avaliar os efeitos da desigualdade social em saúde no município durante a pandemia. Este indicador foi medido com indicadores socioeconômico, sociodemográfico e dificuldade de acesso a serviços de saúde em 4 momentos: antes da pandemia, 1ª, 2ª e 3ª onda. Possibilita monitorar as desigualdades sociais em saúde pelos gestores, pesquisadores e grupos de comunidades.
Será realizado de forma híbrida com apresentações e debate sobre os temas e acesso aos dados no painel
Profissionais ou estudantes interessados nos estudos sobre as iniquidades em saúde e sua mensuração com indicadores complexos.
Cursos que acontecerão dia 19 – Sábado de 14h às 17h (Tarde) e dia 20 – Domingo de 14h às 17h (Tarde)
C09 - AVALIAÇÃO DAS INEQUIDADES EM SAÚDE: ÍNDICE BRASILEIRO DE PRIVAÇÃO (IBP) E DE DESIGUALDADES SOCIAIS EM SAÚDE PARA COVID-19 (IDS-COVID-19) (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 14h às 17h) + detalhes



Oficinas/Reuniões


As oficinas acontecerão no período pré-congresso, dias 19 e 20 de novembro de 2022.
Locais (por favor clique em “+ detalhes” para verificar o local da atividade selecionada):

  • Centro de Convenções de Salvador - Av. Octávio Mangabeira, 5.490 - Boca do Rio, Salvador - BA, 41706-690
  • Faculdade de Direito da UFBA – R. da Paz, s/n - Graça, Salvador - BA, 40231-300

Elas serão distribuídas em dois turnos - manhã e/ou tarde.

Todas as oficinas têm vagas limitadas, que serão distribuídas mediante confirmação de inscrição e pagamento. Aos congressistas presentes será oferecido certificado de participação online.
A participação nas oficinas é condicionada à inscrição no Congresso. Caso ainda não tenha se inscrito no Congresso, clique aqui.

Após o pagamento de inscrição do congresso, o menu Inscrição em Atividades estará disponível em sua área restrita para que possa escolher qual deseja participar.

Valores: a inscrição nas oficinas é gratuita.

Oficinas abertas para inscrição antecipada online:

OF.05 - OFICINA CURTA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO COM FOCO NA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala Maninha Xukuru (Sala 103A)

Aberta ao público
Vagas:30

Coordenadores:
Marly Marques da Cruz
Santuzza Arreguy Silva Vitorino

Ementa:
Trata-se de uma oficina formativa em Monitoramento e a Avaliação (M&A) de intervenções em saúde, com foco na Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN), destinada a profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde (APS) que se interessam pela temática. Os envolvidos serão convidados a olhar para a VAN como uma intervenção e como podemos monitorá-la e avaliá-la. O processo parte de conceitos básicos do M&A, como a relação entre “situação problema e intervenção” aplicados às questões alimentares e nutricionais da população, e é feito de forma a trazer as diferentes vivências dos participantes sobre o tema para o diálogo e discussão do pensar avaliativo, para que tenhamos um produto que seja de comum acordo e entendimento entre os envolvidos. E, embora usemos a VAN como objeto de análise nesta proposta, a perspectiva formativa, ao utilizar os pressupostos da problematização, vai além ao possibilitar aos envolvidos olhar para diversas outras intervenções em saúde e aplicar a mesma racionalidade do M&A. Durante a oficina, são propostas atividades nas quais os envolvidos são levados a pensar em toda a organização da APS, sobre a estrutura necessária, os processos a serem realizados e os resultados esperados em curto, médio e longo prazo a partir das ações de VAN. A utilidade desse exercício é que, ao pensar em avaliar uma intervenção, o participante é levado a pensar no planejamento e na utilidade dessa informação para o processo de gestão.

OF.08 - O TRABALHO EM EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NA APS: AINDA HÁ LUGAR PARA O NASF!

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Térreo B - Sala 3

Convidados e aberta ao público
Vagas: 100

Coordenadores:
Vladimir Andrei Rodrigues Arce
Érika Rodrigues de Almeida

Ementa:
Oficina de trabalho com o objetivo de discutir as possibilidades de atuação e mobilização dos profissionais das equipes multiprofissionais/NASF na APS, considerando o cenário político do SUS e as possíveis janelas de oportunidade.
08h - 09h: Integração
09h - 11h: roda de conversa (cenário atual da APS, desafios para a atuação/mobilização e efeitos da PNAB e Previne sobre o NASF/equipes multiprofissionais)
11h - 12h: produção de painel interativo para captação das principais ideias discutidas e das respostas às perguntas: 1) quais os principais desafios enfrentados pelas equipes de APS, em especial NASF/equipes multiprofissionais atualmente? 2) quais os efeitos produzidos pela PNAB 2017 e Previne Brasil sobre as equipes NASF/multiprofissionais - contratos, carga horária, arranjo organizacional, etc.?
14h - 16h: roda de conversa sobre perspectivas e janelas de oportunidade para a atuação/mobilização do NASF/equipes multiprofissionais
16h - 17h: produção de painel interativo para captação das principais ideias discutidas e das respostas às perguntas: 1) quais as perspectivas ou janelas de oportunidade para a atuação/mobilização do NASF/equipes multiprofissionais atualmente (condições pós covid, indicadores previne, inclusão do fisio e PEF na APS, mudança de governo, etc.)? 2) que movimentos têm sido disparados/realizados para mobilização dos profissionais NASF e equipes multiprofissionais por espaço na APS e melhores condições de trabalho - entidades de classe, universidades, redes sociais, parlamento, gestão, etc.?
17h - 18h: produção de painel em defesa do NASF (fotos, vídeos, frases) - físico e virtual - e de carta aberta em defesa do NASF/equipes multiprofissionais, a ser lida no congresso da abrasco.

OF.23 - INTRODUÇÃO À TEORIA MARXISTA DA DEPENDÊNCIA E SAÚDE

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 1B

Convidados e aberta ao público
Vagas: 50

Coordenadores:
Paulo Henrique de Almeida Rodrigues
Marilena Cordeiro Dias Villela Corrêa

Ementa:
Essa atividade é promovida pelo Grupo SEM - Saúde, Sociedade, Estado e Mercado - do Instituto de Medicina Social (IMS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que se propõe a estudar e produzir conhecimento sobre as relações entre o setor público e o capital privado na economia política do setor de saúde no Brasil, com base nos principais conceitos econômicos e sociológicos apresentados pela Teoria Marxista da Dependência (TMD).
Após realização de um seminário sobre a TMD e Saúde em junho de 2022 no IMS/UERJ, o SEM entendeu que seria interessante organizar uma oficina no pré-congresso da Abrasco 2022, com pesquisadores convidados e aberta à participação de estudantes, profissionais de saúde, professores e demais participantes do Congresso.
O objetivo é apresentar uma nova abordagem teórica de Economia Política da saúde que contribua à análise da situação de dependência política, econômica e tecnológica, que
distancia a política de saúde dos ideais de um sistema público e universal, defendidos na Reforma Sanitária brasileira. Além disso, busca-se elaborar uma agenda de pesquisa, ensino e extensão no campo da Saúde Coletiva, junto a uma rede interinstitucional de professores e pesquisadores da UERJ, UFRJ, UFRGS, USP, IPEA e Fiocruz.
Propõe-se dois momentos: pela manhã, uma oficina teórica sobre TMD e saúde que abordará: as três tendências da Teoria da Dependência; principais conceitos e autores da TMD; imperialismo, dependência e saúde. À tarde, a oficina se desdobrará numa discussão com professores e pesquisadores convidados, além dos participantes da oficina.

OF.24 - ESTRATÉGIAS DE DESLEGITIMAÇÃO DO CONHECIMENTO TÉCNICO-CIENTÍFICO, ATAQUES A CIENTISTAS E A TRABALHADORES DE ÓRGÃOS PÚBLICOS

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 212

Convidados e aberta ao público
Vagas: 40

Público alvo:
Organizações da sociedade civil convidadas (Asfoc, Afinca, ibge, ibama, icmbio, inpe, anpege, agb, aba, Renap, TDD etc) e inscritos.

Coordenadores:
Karen Friedrich
Vicente Eduardo Soares de Almeida

Ementa:
Deslegitimação e ataques à ciência, pesquisas e pesquisadoras/es e servidores técnicos de órgãos públicos, tem consequências sistêmicas sobre a sociedade, pois são promovidas com o intuito de autorizar empreendimentos, agentes ou tecnologias perigosos para a saúde e o ambiente.
As pesquisas, cientistas e servidores mais vulneráveis aos ataques são aquelas cujos dados técnicos e científicos confrontam os interesses de grandes corporações, do capital financeiro-rentista e de grupos que dominam política e economicamente territórios ameaçados.
Nos anos mais recentes tem aumentado o registro de casos de trabalhadores de órgãos de vigilância, regulação e fiscalização, de preservação ambiental e de proteção a povos originários e comunidades tradicionais, cerceados de suas funções por atuarem e cobrarem cumprimento das leis vigentes.
O direito à ciência deve ser garantido e inclui, dentre outros: acesso sem discriminação aos benefícios da ciência necessários para uma vida digna, acesso ao conhecimento científico; acesso de indivíduos e comunidades à informações necessárias para a tomada de decisão; conservação, desenvolvimento e difusão da ciência e tecnologia e a autonomia da pesquisa científica.
Objetivos: apresentar as principais estratégias de desqualificação da ciência e cientistas; ameaças à ciência, à informação, alimentação adequada, trabalho digno, saúde e ambiente; elaborar medidas de defesa.
Metodologia: Apresentação sobre breve estado da arte legal e conceitual do tema e roda de conversa com convidadas/os. Elaboração e revisão de proposta de projeto de lei e manual de defesa.

OF.35 - BALANÇO DOS AVANÇOS E RECUOS NA ÁREA DA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE: PROPOSIÇÕES PARA O NOVO GOVERNO

Local: UFBA Campus Ondina - Pavilhão de Aulas Professor Felipe Serpa (PAF I) Auditório A
Av. Adhemar de Barros, s/nº - Campus Universitário de Ondina , Ondina | Salvador

Convidados e aberta ao público
Vagas: 30

Coordenadores:
Marcelo Fornazin
Eduardo Luiz Andrade Mota

Ementa:
Cada vez mais, a Informação em Saúde e suas tecnologias integram-se aos processos de saúde-doença-cuidado que mobilizam um amplo sistema produtivo. Entretanto, esse sistema produtivo não se move exatamente de acordo com os interesses públicos, coletivos, da sociedade, da democracia e do SUS universal, com qualidade equanimemente distribuída. No que se refere às ações informacionais em saúde, o complexo econômico de TI/Telecom avança sobre o SUS como um grande mercado promissor, favorecido pelo contínuo esvaziamento das instâncias públicas de informação e tecnologia de informação em saúde (ITIS). A dinâmica econômica e política tecem a contextura da atual governança das informações em saúde nas três esferas de governo, com risco de subordinação da política pública a interesses privados, em um contexto de subfinanciamento do SUS. A questão que se coloca é: Qual o papel que se espera da esfera federal, estadual e municipal nessa conjuntura? Esta oficina, portanto, tem por objetivo organizar proposições de consenso de gestores, trabalhadores, pesquisadores e militantes do SUS envolvidos com Informação e Tecnologia de Informação em Saúde. Serão convidados gestores, profissionais especialistas, pesquisadores e ativistas atuantes na área de Informação e Tecnologia de Informação em Saúde. A oficina será realizada em grupos com base nas cinco dimensões do Plano Diretor de ITIS do GTISP da Abrasco, saber: governança; ciência e tecnologia; educação; privacidade e democracia. Os consensos estabelecidos serão reunidos em um documento e encaminhados ao novo governo eleito em 2022.

R26 -

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 213

Aberta ao público
Vagas: 40

Ementa:
Lançamento da unidade brasileira da Women In Global Health, movimento global liderado por mulheres em rápido crescimento que exige igualdade de gênero na saúde global. A abordagem da WGH é colaborativa, solidária e empoderadora. Acreditam que as vozes das mulheres – especialmente as mulheres sub-representadas do Sul Global – devem ser ouvidas. O WGH atua como uma força catalisadora: aproximando as mulheres e seus aliados como agentes de mudança. Querem mudar a narrativa sobre as mulheres líderes de saúde e aumentar sua visibilidade.

R33 - ENCONTRO PELA TRANSFORMAÇÃO E DESCOLONIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE SAÚDE NA AMÉRICA LATINA

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala 102B

Aberta ao público e convidados
Vagas: 160

Proponente: Leonardo Mattos (Brasil) - IESC/UFRJ e Movimento Pela Saúde dos Povos

Coordenador: Román Vega (Colômbia) - Movimento Pela Saúde dos Povos

Público alvo: ativistas e acadêmicos da área da saúde, organizações da sociedade civil, instituições acadêmicas e movimentos sociais da América Latina.

Ementa: A América Latina vive um momento histórico crítico e não está alheia à crise que o mundo enfrenta devido à mudança climática, à devastação ambiental, às guerras, à insegurança alimentar e a desigualdade, exploração, racismo, machismo etc. A pandemia tornou evidente não apenas o fracasso das respostas governamentais à crise sanitária, mas também a insuficiência dos sistemas de saúde da região em atender as necessidades coletivas do presente e do futuro.

As tensões sociais no continente têm levado a mudanças na agenda pública. Em diferentes medidas e através de processos políticos bastante distintos, se observa espaço crescente na região para um novo impulso histórico das lutas pelo direito universal à saúde. Seja atualizando demandas históricas de construção sistemas públicos, universais, integrais, solidários e gratuitos e contra a mercantilização da saúde, seja incorporando novos temas e discussões até então secundarizados, como a interculturalidade, a justiça de gênero e raça, a crise climática e a descolonização das teorias e políticas de saúde.

O Encontro Pela Transformação e Descolonização dos Sistemas de Saúde na América Latina procura mobilizar e discutir com movimentos sociais, academia e sociedade civil a elaboração de uma agenda de propostas e princípios que apontem para a transformação estrutural dos nossos sistemas de saúde. O objetivo é construir força social para (1) influenciar as políticas públicas e o processo de mudança e a geração de políticas públicas e (2) resistir aos ataques de governos neoliberais e de extrema-direita. Essa agenda será encampada em uma campanha continental permanente articulando diferentes movimentos e organizações.
Sábado 19 de novembro 2022 - Manhã e Tarde – 09h às 17h
OF.05 - OFICINA CURTA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO COM FOCO NA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL + detalhes
OF.08 - O TRABALHO EM EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NA APS: AINDA HÁ LUGAR PARA O NASF! + detalhes
OF.23 - INTRODUÇÃO À TEORIA MARXISTA DA DEPENDÊNCIA E SAÚDE + detalhes
OF.24 - ESTRATÉGIAS DE DESLEGITIMAÇÃO DO CONHECIMENTO TÉCNICO-CIENTÍFICO, ATAQUES A CIENTISTAS E A TRABALHADORES DE ÓRGÃOS PÚBLICOS + detalhes
OF.35 - BALANÇO DOS AVANÇOS E RECUOS NA ÁREA DA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE: PROPOSIÇÕES PARA O NOVO GOVERNO + detalhes
R26 - + detalhes
R33 - ENCONTRO PELA TRANSFORMAÇÃO E DESCOLONIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE SAÚDE NA AMÉRICA LATINA + detalhes


OF.02A - JOGO “NO LUGAR DELA”: VIOLÊNCIA DE GÊNERO E A ROTA CRÍTICA DAS MULHERES PARA LIDAREM COM A SITUAÇÃO

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 5B

Aberta ao público
Vagas: 16

Coordenadores:
Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira
Lilia Blima Schraiber

Ementa:
O objetivo da oficina é propiciar discussão acerca da violência doméstica de gênero e da prática dos profissionais da rede intersetorial de assistência a partir da atuação dos participantes no jogo. O jogo “No Lugar Dela” é uma experiência interativa que evoca as complexas decisões com as quais mulheres se deparam quando buscam lidar com as situações de violência e procuram ajuda no sentido de superá-las. Não só as decisões são difíceis, mas também a busca por apoio em serviços o é. Por isso mesmo e porque a situação vivida tem sido envolta por silêncios que a tornam invisível como questão de qualidade de vida e direitos das mulheres, os caminhos que as mulheres percorrem quando decidem romper com os silêncios têm sido chamados de rotas críticas. O jogo traz a história de oito mulheres, criadas a partir de relatos coletados em pesquisas e de casos efetivamente assistidos na atividade a que chamamos CONFAD (Conflitos Familiares Difíceis), que é parte da assistência integral provida às mulheres usuárias de um serviço escola de atenção primária à saúde. Assim, nenhum relato é efetivamente um caso do jogo, mas suas personagens fundam-se em histórias vividas por muitas mulheres. A oficina tem duração de 3 horas e é direcionada a estudantes e trabalhadores da saúde, da assistência social, da justiça, da educação e para participantes de movimentos sociais.

OF.19 - PESQUISA DELIBERATIVA, POLITICA E GESTÃO EM SAÚDE NO SUS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 5A

Convidados e aberta ao público
Vagas: 20

Coordenadores:
Sabado Nicolau Girardi
Ricardo Fabrino Mendonça

Ementa:
A oficina proposta abordará as potenciais contribuições da perspectiva deliberacionista para a elaboração de investigações na área da saúde, bem como para o desenvolvimento de práticas participativas na configuração e acompanhamento de políticas públicas. A perspectiva aposta no intercâmbio público de justificativas como modo de produzir decisões mais legítimas e epistemicamente superiores. A oficina iniciará com uma definição da abordagem deliberacionista e um mapeamento de algumas inovações democráticas a ela relacionadas. Na sequência, será explorado o modo como o Nescon/UFMG tem mobilizado técnicas de pesquisa baseadas na abordagem para a realização de pesquisas na área de saúde coletiva. Especial atenção será dada ao Diálogos Online -DOL, que são iniciativas inspiradas nas enquetes deliberativas desenvolvidas por James Fishkin. Por fim, será explorado o uso de práticas deliberativas na estruturação de Políticas Públicas baseadas em evidências. Através de quatro encontros dialógicos, a oficina propõe-se a sensibilizar pesquisadores e gestores sobre potenciais benefícios e contribuições de um olhar discursivo e participativo sobre processos políticos na area da saúde coletiva.
Cumpre ressaltar que a Estação de Pesquisa de Mercado de Trabalho em Saúde EPSM Nescon/UFMG desenvolve enquetes deliberativas e diálogos online em parceria com outros centros acadêmicos e instituições do SUS desde 2010 quando realizou a “Convenção Online Atração e Retenção de Profissionais de Saúde em Áreas de Escassez”. Desde então, até novembro de 2021, quando em parceria com o CONASEMS realizou o DOL "Cobertura, Desinformação e Hesitação Vacinal" realizou pelo menos 15 eventos de pesquisa deliberativa.

OF.32 - METODOLOGIAS DE PESQUISA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO POPULAR

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 7B

Convidados e aberta ao público
Vagas 50:

Público alvo:
Pesquisadores da área, estudantes e profissionais de saúde.

Coordenadora:
Luanda de Oliveira Lima

Ementa:
Na oficina serão apresentadas e discutidas metodologias participativas diversas para a realização de pesquisas na perspectiva da Educação Popular e Saúde (como Pesquisa-ação, Pesquisa Participante, entre outras) e as possibilidades de aplicação nos formatos presencial, virtual e híbrido. A oficina tem como objetivo apresentar possibilidades diversas para a realização de pesquisas no campo da Saúde Coletiva e desenvolver instrumentos para sua realização

OF.41 - REUNIÃO DA OFICINA REGIONAL LATINO-AMERICANA DA INTERNATIONAL UNION FOR HEALTH PROMOTION AND EDUCATION

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 112

Convidados e aberta para o público
Vagas: 30

Coordenadora:
Julia Nogueira

OF.44 - ESTRATÉGIAS PARA O FORTALECIMENTO DA REGIONALIZAÇÃO DA SAÚDE NO SUS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 2A

Aberta ao público e convidados
Vagas: 50

Ementa:
Objetivo: Discutir com especialistas e gestores as diversas opções de aprimoramento da gestão regionalizada do SUS, para diminuir as disparidades entre territórios e garantir o funcionamento integrado da rede de serviços de saúde.

Produto: Diretrizes para um plano de ação nacional de fortalecimento da regionalização, realizando mediante as seguintes estratégias:
Sábado 19 de novembro 2022 - Manhã – 09h às 12h30
OF.02A - JOGO “NO LUGAR DELA”: VIOLÊNCIA DE GÊNERO E A ROTA CRÍTICA DAS MULHERES PARA LIDAREM COM A SITUAÇÃO + detalhes
OF.19 - PESQUISA DELIBERATIVA, POLITICA E GESTÃO EM SAÚDE NO SUS + detalhes
OF.32 - METODOLOGIAS DE PESQUISA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO POPULAR + detalhes
OF.41 - REUNIÃO DA OFICINA REGIONAL LATINO-AMERICANA DA INTERNATIONAL UNION FOR HEALTH PROMOTION AND EDUCATION + detalhes
OF.44 - ESTRATÉGIAS PARA O FORTALECIMENTO DA REGIONALIZAÇÃO DA SAÚDE NO SUS + detalhes


OF.11 - METODOLOGIAS SENSÍVEIS CO-LABOR-ATIVAS PARA PRODUZIR JUNTO COM MOVIMENTOS E LUTAS SOCIAIS

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 112

Convidados e aberta ao público
Vagas: 40

Coordenadores:
Marina Fasanello
Marcelo Firpo Porto

Ementa:
Nessa oficina apresentaremos um panorama das metodologias sensíveis co-labor-ativas que vêm sendo construídas pelo Núcleo Ecologias, Epistemologias e Promoção Emancipatória da Saúde (Neepes/Ensp/Fiocruz) desde 2018. Tomamos como ancoragem as perspectivas de três campos interdisciplinares, a saúde coletiva, a ecologia política e o referenciais pós-coloniais, em especial as epistemologias do Sul com suas contribuições da ecologia de saberes, tradução intercultural e metodologias colaborativas não extrativistas. Essa proposta pretende descolonizar a academia, assumindo um lado ético e político para além da superação das desigualdades sociais, o que implica reconhecer e articular dimensões ontológicas, epistemológicas, educacionais, pedagógicas e comunicacionais. As metodologias sensíveis co-labor-ativas e suas implicações ganham materialidade através de pesquisas com povos tradicionais indígenas, de matriz africana, sem teto e de favelas, com objetivo de produzir conhecimentos ‘junto com” estes movimentos sociais, que lutam por saúde, dignidade e direitos territoriais nos campos e cidades.
Nesse contexto, torna-se estratégico atualizar a missão da ciência como apoiadora de processos emancipatórios contemporâneos, o que implica utilizar linguagens não apenas logocêntricas, mas também as artísticas que favorecem o coracionar, unindo razão e afeto, sentir e pensar. Para isso, temos trabalhado com linguagens poético-
musicais, gráfico-imagéticas e audiovisuais.
A oficina será organizada com uma dinâmica de apresentação dos participantes, exposição dos objetivos em uma roda de conversa. A seguir sintetizaremos a proposta das metodologias sensíveis co-labor-ativas com exemplos de sua aplicação na pesquisa e formação. Por fim, faremos uma discussao sobre questões metodológicas e possíveis aplicações em áreas de interesse trazidas pelos participantes.

OF.13 - OFICINA DE PLANEJAMENTO DO PORTFOLIO DE PRATICAS INSPIRADORAS EM ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Térreo B - Sala 1

Convidados e aberta ao público
Vagas: 80

Coordenadores:
Nina Soalheiro
Alessandra Aniceto

Ementa:
A oficina tem por objetivo um encontro dos profissionais, grupos de pesquisa e estudantes envolvidos no site do Portfolio de Praticas Inspiradoras em Atenção Psicossocial. O Portfolio ë uma mídia digital abrigada na plataforma da EPSJV/Fiocruz, construída de forma participativa e colaborativa, um site de busca que dá acesso a 200 práticas com abrangência nacional. São práticas territoriais desenvolvidas na Atenção Básica e espaços comunitários originárias de diferentes campos de saber ( Saberes Tradicionais, Educação Popular, Formação e outros) e com várias metodologias ( rodas, praticas grupais, atividades físicas e práticas corporais, ações culturais, dentre outras). No seu conjunto representam uma perspectiva de acolher, abordar e cuidar de pessoas e populações específicas que apresentam sofrimentos advindos da experiencia subjetiva e de condições econômicas e sociais diversas. São diferentes tipos de abordagens psicossociais fora do campo biomédico, que buscam soluções desmedicalizantes e despatologizadas, como alternativas de acolhimento e cuidado em saúde mental. A oficina tem como publico alvo os autores das práticas que integram o Portfolio e vai ser realizada no formato de roda de conversa conduzida pela equipe de coordenação do site. Serão avaliadas as atividades desenvolvidas ao longo dos últimos dois anos e planejadas novas estratégias de interatividade, produções cientificas e eventos. Tem também como meta a criação de uma rede nacional de pesquisa em Saúde Mental e Atenção Psicossocial.

OF.27 - PERSPECTIVAS DECOLONIAIS NA AVALIAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO NEGRA

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 5B

Aberta ao público
Vagas: 50

Público alvo:
Alunos de graduação ou pós, representantes de movimentos sociais, profissionais de saúde, docentes e pesquisadores interessados na temática.

Coordenadores:
Marly Marques da Cruz
Marcia Alves Pereira dos Santos
Roberta Gondim de Oliveira

Ementa:
Esta oficina surge no âmbito das discussões travadas pelo grupo da pesquisa ´avaliação de implementação da política nacional de saúde integral da população negra no estado do Rio de Janeiro, para a garantia do acesso e equidade, na perspectiva dos movimentos sociais, usuários, profissionais de saúde, gestores e pesquisadores’, que reúne integrantes da ENSP/Fiocruz, UFRJ, SES-RJ, SES-SP, CNS, GT Avaliação em Saúde e GT Saúde da População Negra da Abrasco. O objetivo desta é promover um espaço de encontro de saberes a fim de se debater sobre os aportes teóricos, metodológicos e práticos que devem ser valorizados numa avaliação decolonial e participativa desta Política. A perspectiva a ser abordada pressupõe rupturas epistemológicas, outros sentidos e valores a serem considerados na avaliação diante de uma postura ético-política no que tange à produção de conhecimento e seus usos visando mudança social. A oficina será desenvolvida com base na construção de uma metodologia ativa, que mesclará exposições dialógicas e atividades em sub-grupos, explorando momentos de reflexão e síntese coletiva e enfatizando os temas do ´Avaliação Decolonial´ e do ´Acesso e Equidade à Saúde da População Negra´ em seus diferentes espaços de produção na saúde pública. Pretende-se, ao trazer os temas disparadores e a sistematização da produção dos grupos, realizar uma discussão mais ampla, onde cada grupo escolherá a sua forma de expressão e linguagem para compartilhar os seus produtos

OF.28 - OFICINA DE PLANEJAMENTO DO GT PROMOÇÃO DE SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 2A

Convidados e aberta ao público
Vagas: 40

Coordenadores:
Rodrigo Tobias de Sousa Lima
Julia Nogueira

Ementa:
O Grupo Temático Promoção da Saúde e Desenvolvimento Sustentável da ABRASCO (GTPSDS) tem como missão de “articular, congregar, mobilizar e promover a incorporação dos princípios, pressupostos da Promoção da Saúde, na produção de conhecimento, nas práticas, nas políticas públicas e nos modos de fazer saúde no Brasil, além de disseminar e trocar experiências e conhecimentos nos níveis nacional e internacional”. Diante disso, temos sido um dos atores coletivos corresponsável pela implantação e revisões da Política Nacional de Promoção da Saúde que completou 15 anos em 2021. Em 2022, o GT tem realizado eventos e atividades alusivos aos seus 20 anos de existência, o que merece celebração/reflexão sobre os caminhos percorridos, com vistas a apontarmos propostas de um futuro promissor com mais equidade e justiça social para nosso país. Nesta direção, entendemos que o momento é oportuno para entendemos o campo da Promoção da Saúde no SUS como vetor de força ético-política necessária para vislumbrarmos um Brasíl possível. É comum o GT participar dos congressos da ABRASCO colaborando com atividades pré-congresso e construindo a programação crítico-reflexiva indutoras das produções científicas e implicadas com as mudanças da realidade nos diversos territórios do SUS, seja no cotidiano dos serviços, da gestão e na participação social, seja nas ações acadêmicas do ensino, pesquisa, extensão. Neste sentido, a oficina tem como objetivo produzir um plano de ação institucional do GTPSDS da ABRASCO para a próxima gestão, a partir da análise do contexto estrutural atual e com vistas a colaborar com o campo da saúde coletiva enquanto bandeira de luta, resistência e justiça social no Brasil e no mundo.

OF.43 - FORMAÇÃO, EXERCÍCIO E MERCADO DE TRABALHO DE ESPECIALIDADES EM SAÚDE NO BRASIL: PERSPECTIVAS DE ESTUDOS COLABORATIVOS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 5A

Convidados e aberta ao público
Vagas: 20

Coordenadores:
Sabado Nicolau Girardi
Cristiana Leite Carvalho

Ementa:
Os objetivos da oficina consistem em apresentar e discutir resultados de estudos desenvolvidos pela “Rede Colaborativa para Estudos Estratégicos da Força de Trabalho em Saúde no Brasil” instituída em 2015 pelos Observatórios de Recursos Humanos em Saúde do NESCON/FM/UFMG, da Santa Casa de São Paulo e do IMS-UERJ, em parceria com o CEE/Fiocruz, sob demanda da SGTES/MS. Realiza desde então estudos e pesquisas sobre estratégias de formação, exercício profissional, regulação do mercado de trabalho e alocação territorial de especialidades em saúde (médicos e das demais profissões de saúde) no território nacional tendo em vista políticas para melhorar o acesso e qualidade aos cuidados especializados de saúde no SUS. Serão apresentados resultados de análise de dados estatísticos e documentais de fontes secundárias e resultados de pesquisas primarias nacionais (surveys, entrevistas, diálogos online e trabalhos de campo sobre os temas (i) mercado de trabalho de especialidades (ii) migração e circulação de profissionais; (iii) formação e titulação de especialistas com foco nas Residências Médica e em Área Profissional da Saúde (modalidades uni e multiprofissional) (iv) expansão e compartilhamento de escopos de prática
Produto esperado
A oficina propõe-se a sensibilizar pesquisadores e gestores do SUS sobre potenciais benefícios e contribuições da formação de rede colaborativa de estudos visando a ampliação do acesso ao cuidado especializado em saúde na perspectiva da regionalização e da multiprofissionalidade.

R08 - A DISSEMINAÇÃO CIENTÍFICA EM PESQUISAS APLICADAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE: APRENDIZADOS E DESAFIOS

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 102

Aberta ao público
Vagas: 60

Coordenadores:
Isabela Soares Santos
Roberta Argento Goldstein

Ementa:
Desde 2000 o PMA realiza gestão de redes de pesquisas coordenadas na Fiocruz, para indução da aplicação de seus resultados em soluções no campo das políticas públicas e modelos de atenção e gestão, colaborando para o desenvolvimento do SUS e melhoria das condições de vida e saúde da população. Reconhecemos que a produção de conhecimento se dá pela troca entre pessoas que experimentam o mesmo contexto pesquisado, potencializando suas diferentes perspectivas e vivências. Induzimos para que os atores envolvidos na produção da ciência se aproximem do contexto escolhido para seus estudos e práticas em pesquisa, o que reforça a importância do fomento desse tipo de pesquisa. Estimulamos a disseminação científica, para que o conhecimento e as informações produzidos cheguem à sociedade por distintas iniciativas, busquem superar barreiras da diversidade humana e territorial, suas diferentes línguas e culturas, de forma acessível e compartilhada entre pesquisadores e sociedade. A produção de conhecimento e soluções das pesquisas inseridas no PMA tem gerado novas práticas e com o tempo modificado a cultura institucional na Fiocruz. Isto se atribui à adoção da disseminação científica em seu modelo de gestão, como uma das estratégias para impulsionar a articulação entre pesquisadores e seus diferentes interlocutores, induzir a construção compartilhada entre os diferentes saberes e obter resultados mais adequados à realidade. O objetivo da reunião será promover o debate aberto sobre a disseminação como estratégia para o aprimoramento do modelo de gestão de redes de pesquisa em cenários de diminuição da democracia e aumento do autoritarismo.

R10 - A DOENÇA DE CHAGAS AINDA EXISTE: PESQUISA, COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL SOBRE DOENÇAS NEGLIGENCIADAS - SOMENTE PARA CONVIDADOS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 6B

SOMENTE PARA CONVIDADOS

Coordenadoras:
Clara Alves
Vitoria Ramos

Ementa:
No Brasil, estima-se que existam hoje de 1 e 4,6 milhões de pessoas afetadas pela doença de Chagas. Trata-se de gerações de pessoas vivendo com a doença, a maioria na invisibilidade por não ter sido sequer diagnosticada e, portanto, alheia às possibilidades de tratamentos existentes. A falta de conhecimento da doença e, consequentemente pouco diagnóstico e notificação, torna possível que exista um número ainda muito maior de casos sem registro, principalmente durante o período de pandemia da COVID-19.
Cientes dessa realidade, especialistas e organizações da sociedade civil – com destaque às associações de pacientes afetados pela doença de Chagas – vêm se empenhando para que haja um maior diagnóstico e tratamento precoce da doença através de várias estratégias importantes que resultaram, dentre algumas conquistas, em 2020, a criação do Dia Mundial da doença de Chagas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e, no Brasil, a publicação da portaria do Ministério da Saúde sobre notificação compulsória de casos crônico, ainda em implementação.
Diante dos impactos da pandemia e da conjuntura político-econômica e sanitária nacional, faz-se necessário refletir sobre os próximos passos para o engajamento sobre a doença de Chagas e doenças infecciosas negligenciadas. Em alinhamento ao eixo 04 – Cidadania: fragilidade e potências da participação social, essa atividade prevê reunir lideranças locais com trabalho em doenças de Chagas para compartilhar, através de uma roda de conversa - experiências, consensos, dissensos e proposições sobre o empenho pela garantia do direito à saúde das populações impactadas pela doença de Chagas no estado da Bahia e Brasil.

R26 -

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 213

Aberta ao público
Vagas: 40

Ementa:
Lançamento da unidade brasileira da Women In Global Health, movimento global liderado por mulheres em rápido crescimento que exige igualdade de gênero na saúde global. A abordagem da WGH é colaborativa, solidária e empoderadora. Acreditam que as vozes das mulheres – especialmente as mulheres sub-representadas do Sul Global – devem ser ouvidas. O WGH atua como uma força catalisadora: aproximando as mulheres e seus aliados como agentes de mudança. Querem mudar a narrativa sobre as mulheres líderes de saúde e aumentar sua visibilidade.
Sábado 19 de novembro 2022 - Tarde
14h às 17h - OF.11 - METODOLOGIAS SENSÍVEIS CO-LABOR-ATIVAS PARA PRODUZIR JUNTO COM MOVIMENTOS E LUTAS SOCIAIS + detalhes
14h às 17h - OF.13 - OFICINA DE PLANEJAMENTO DO PORTFOLIO DE PRATICAS INSPIRADORAS EM ATENÇÃO PSICOSSOCIAL + detalhes
14h às 17h - OF.27 - PERSPECTIVAS DECOLONIAIS NA AVALIAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO NEGRA + detalhes
14h às 17h - OF.28 - OFICINA DE PLANEJAMENTO DO GT PROMOÇÃO DE SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL + detalhes
14h às 17h - OF.43 - FORMAÇÃO, EXERCÍCIO E MERCADO DE TRABALHO DE ESPECIALIDADES EM SAÚDE NO BRASIL: PERSPECTIVAS DE ESTUDOS COLABORATIVOS + detalhes
14h às 17h - R08 - A DISSEMINAÇÃO CIENTÍFICA EM PESQUISAS APLICADAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE: APRENDIZADOS E DESAFIOS + detalhes
14h às 17h - R10 - A DOENÇA DE CHAGAS AINDA EXISTE: PESQUISA, COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL SOBRE DOENÇAS NEGLIGENCIADAS - SOMENTE PARA CONVIDADOS + detalhes
12h30 às 14h15 - R26 - + detalhes


R09 - CENTRO DE INTEGRAÇÃO DE DADOS E CONHECIMENTOS PARA A SAÚDE (CIDACS): CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NA AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E NO FORTALECIMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 2B

Aberta ao público
Vagas: 50

Coordenadores:
Maria Yury Ichihara
Elzo Pereira Pinto Junior

Ementa:
O Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) tem como missão contribuir com a produção de conhecimentos científicos inovadores para ampliar o entendimento dos determinantes e das políticas sociais e ambientais sobre a saúde da população. Esses estudos visam apoiar a tomada de decisões em políticas públicas em benefício da sociedade.
O objetivo do Fórum sobre o CIDACS é apresentar uma série de iniciativas, atividades, metodologias e resultados de pesquisas de grande relevância nacional e internacional. Nessa oportunidade, espera-se discutir o uso de dados do mundo real, disponível em diferentes bases de dados administrativos, destacando os seus potenciais e desafios. Para tal, propomos quatro turnos de atividade, nos quais serão tratados os seguintes temas: a) apresentação da infraestrutura do CIDACS e de suas principais Coortes Epidemiológicas (Coorte de 100 milhões de brasileiros e Coorte de Nascimentos); b) curadoria de dados e segurança da informação no contexto da pesquisa em saúde; c) linkage de dados e os seus desafios; d) avaliação do impacto de políticas públicas: métodos e aplicações, destacando o efeito do Programa Bolsa Família em diferentes desfechos de saúde; e) comunicação e disseminação científica e o papel da ciência no combate à desinformação; f) Rede CoVida e a produção/sumarização de evidências em tempo real para o enfrentamento da pandemia de COVID-19.
Espera-se que essa atividade represente um momento importante de reflexão sobre a uso de grandes bases de dados em saúde os seus desafios na produção e disseminação de conhecimento no campo da Saúde Coletiva.
Oficinas/Reuniões que acontecerão dia 19 – Sábado de 09h às 17h (Manhã e Tarde) e dia 20 – Domingo de 09h às 17h (Manhã e Tarde)
R09 - CENTRO DE INTEGRAÇÃO DE DADOS E CONHECIMENTOS PARA A SAÚDE (CIDACS): CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NA AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E NO FORTALECIMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (19/11 - 9h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)+ detalhes


OF.09 - ANÁLISE SOCIOHISTÓRICA APLICADA EM SAÚDE COLETIVA (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 109

Convidados e aberta ao público
Vagas: 70

Coordenadores:
Jamacy Costa Souza
Sandra Garrido de Barros

Ementa:
Tem o objetivo de abordar a aplicabilidade da teoria social de Pierre Bourdieu às análises de políticas de saúde, tendo o Brasil como um caso específico. Além da relevância científica da abordagem, demonstrada pelo uso ainda amplo e atual da obra de Bourdieu, sua importância para a gestão tem sido identificada em nossas investigações, especialmente para o Brasil que tem como característica uma burocracia instável e bastante permeada pelas lógicas do campo político.
A proposta está associada à um conjunto de projetos de investigação que adotam a abordagem bourdieusiana nos estudos dos problemas de políticas de saúde. Todos financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). E contará ainda com apoio financeiro do Consulado Geral da França em Recife para a transmissão e tradução simultânea pela internet; o que possibilitará que a sua realização tenha um formato híbrido, viabilizando assim uma participação maior de interessados, bem como de palestrantes que não poderão estar em Salvador quando do evento. A metodologia adotada será composta por palestras e mesa redonda. E espera-se contar com a participação de alunos de pós-graduação e pesquisadores com interesse na temática.

R30 - III SIMPÓSIO INTERNACIONAL TRABALHO E EDUCAÇÃO NA SAÚDE: EQUIDADE, DIVERSIDADE E JUSTIÇA SOCIAL (19/11 - 16h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Térreo B - Sala 2

Aberta ao público
Vagas: 300

Coordenadoras:
Janete Lima de Castro
Isabela Cardoso Matos Pinto

Ementa:
Em consonância com a proposição geral, Saúde é Democracia: diversidade, equidade e justiça social, o GT Trabalho e Educação na Saúde, realiza no 13º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva seu terceiro Simpósio Internacional.
A área do Trabalho e Educação na Saúde, também, e, sobretudo, sofre os reflexos do crescimento das ações movidas pelo conservadorismo de extrema direita e dos ataques aos grupos minoritários e às populações em situação de vulnerabilidade social. As transformações no mundo do trabalho nas últimas décadas, expressas pela precarização, a uberização, a destituição de direitos trabalhistas, o aumento do desemprego e do subemprego, a intensificação da jornada de trabalho e os baixos salários, entre outros fenômenos, afetam a saúde da classe trabalhadora e trazem novos e intensos desafios para os gestores da saúde.
A política de saúde no Brasil ordena a formação dos trabalhadores do setor e aponta o processo de trabalho como eixo estruturante para a organização de processos educativos. A área de trabalho e educação na saúde se debruça sobre o enfrentamento de questões que remetem à transformação das práticas educativas e de gestão, a fim de avançar no conhecimento e reconfigurar as práticas. Dessa forma, o GT Trabalho e Educação na Saúde, alia-se à presidência do congresso para reafirmar a importância da defesa da diversidade, equidade e justiça social, com o objetivo de contribuir como campo científico, ético e político para a formulação das soluções tão necessárias à sociedade brasileira.
Oficinas/Reuniões que acontecerão dia 19 – Sábado (Tarde) e dia 20 – Domingo (Manhã e Tarde)
dia 19 – Sábado de 14h às 17h (Tarde) e dia 20 – Domingo de 09h às 17h (Manhã e Tarde)
OF.09 - ANÁLISE SOCIOHISTÓRICA APLICADA EM SAÚDE COLETIVA (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)
+ detalhes
dia 19 – Sábado de 16h às 17h (Tarde) e dia 20 – Domingo de 09h às 17h (Manhã e Tarde)
R30 - III SIMPÓSIO INTERNACIONAL TRABALHO E EDUCAÇÃO NA SAÚDE: EQUIDADE, DIVERSIDADE E JUSTIÇA SOCIAL (19/11 - 16h às 17h e 20/11 - 9h às 17h)
+ detalhes


OF.15 - JUVENTUDE, SAÚDE, CONTEXTO E FUTURO: PRIORIDADES EM PESQUISA (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30)

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 216

Convidados e aberta ao público
Vagas: 40

Coordenadores:
Marco Akerman
Daniela Riva Knauth

Ementa:
Esta é uma Oficina coorganizada pelos pesquisadores do Edital CNPq/MS-DIAHV Nº 24/2019 - Pesquisas em Ações de Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, HIV/Aids e Hepatites Virais. Somos pesquisadores de 19 IES de 10 estados do Brasil (SP, RGS, RGN,CE, RJ, PR, BA, SC, DF e MG).Tem como mote a seguinte questão: ""O que nossas pesquisas anunciam sobre o que os jovens têm a dizer e a fazer sobre seus projetos de vida e saúde no contexto brasileiro atual? Vamos desenvolver um exercício de busca de convergências possíveis entre os objetivos, métodos e resultados das pesquisas em termos de uso de redes sociais, aids e ISTs, conhecimento, escola, etc. Está em discussão se teremos ou não alguma apresentação mais estruturada sobre JUVENTUDE, CONTEXTO E FUTURO e cogitando também a participação de jovens na Oficina. Ao final pretendemos debater prioridades de pesquisa em Juventude e Saúde diante do contexto e das possibilidades de ação em conjunto com a juventude brasileira.
Oficinas/Reuniões que acontecerão dia 19 – Sábado de 14h às 17h (Tarde) e dia 20 – Domingo de 09h às 12h30 (Manhã)
OF.15 - JUVENTUDE, SAÚDE, CONTEXTO E FUTURO: PRIORIDADES EM PESQUISA (19/11 - 14h às 17h e 20/11 - 9h às 12h30) + detalhes


OF.06 - PESSOA COM DEFICIÊNCIA, INDICADORES E POLÍTICAS SOCIAIS: CONHECENDO O SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE DEFICIÊNCIA (SISDEF)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 1B

Convidados e aberta ao público
Vagas: 25

Coordenadores:
Cristina Maria Rabelais Duarte
Silvia de Oliveira Pereira

Número de vagas: 25

Público alvo:
Pessoas interessadas no debate sobre pessoas com deficiência, indicadores sociais e epidemiológicos

Ementa:
O SISDEF é uma plataforma de acesso aberto e universal que disponibiliza indicadores sobre pessoas com deficiência obtidos a partir de diversas fontes de dados secundários, organizados em painéis temáticos. Além de conhecer melhor as condições de vida das pessoas com deficiência, espera-se contribuir para a formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas.

Considerando a sua recente publicização e a relevância de sua ampliação e aprimoramento, os objetivos da oficina são: discutir as políticas sociais voltadas para pessoas com deficiência e as lacunas referentes a indicadores sociais; apresentar e divulgar o SISDEF, ampliando o seu público potencial; conduzir uma navegação guiada no SISDEF; discutir a ferramenta considerando sua usabilidade, limites e possibilidades em relação ao monitoramento e acompanhamento da materialização dos direitos sociais das pessoas com deficiência através de políticas sociais.

A oficina será realizada por componentes da equipe multidisciplinar do SISDEF, contando com as seguintes etapas:

1. Apresentação do SISDEF e roda de conversa sobre as expectativas das pessoas presentes
2. Designação de relatores;
3. Navegação guiada para exploração dos painéis mediante sugestões de exercícios pré-definidos, incluindo a leitura de metadados;
4. Acesso livre individual com orientação e discussão em tempo real sobre dúvidas e sugestões dos das pessoas presentes;
5. Debate e considerações
6. Aplicação de questionário anônimo de avaliação do SISDEF

OF.07 - BASES PARA UMA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE INTEGRAL, RESOLUTIVA, TERRITORIAL E COMUNITÁRIA NO SUS: ASPECTOS CRÍTICOS E PROPOSIÇÕES

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Térreo B - Sala 3

Convidados e aberta ao público
Vagas: 400

Coordenadores:
Ligia Giovanella
Luiz Augusto Facchini

Ementa:
A oficina organizada pela Rede de Pesquisa em Atenção primária à saúde da Abrasco tem por objetivos: 1) analisar os avanços, desafios, ameaças e retrocessos na política nacional de atenção primária / atenção básica à saúde; 2) apresentar uma agenda estratégica política para a APS no SUS; 3) discutir com atores chave um conjunto de proposições para uma Atenção Primária à Saúde integral, resolutiva, territorial e comunitária de qualidade no SUS.
A dinâmica da oficina envolverá, apresentações e debates em interlocução com os participantes e representantes de gestores do SUS e de profissionais atuantes na APS no SUS.
Como preparação dos participantes para a Oficina serão disponibilizados o ebook “Bases para uma Atenção Primária à Saúde integral, resolutiva, territorial e comunitária no SUS: aspectos críticos e proposições” e 14 notas técnicas que podem ser acessados em: https://redeaps.org.br/notas-tecnicas/

OF.10 - CAMINHOS DECOLONIAIS NA SAÚDE - EXPERIENCIANDO AFETAÇÕES E AFETOS

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 212

Convidados e aberta ao público
Vagas: 20

Coordenadores:
Monica de Rezende
Danielle do Valle Garcia

Ementa:
Propomos uma Oficina de afetações, afetos, corporeidade e reflexões sobre produção de saberes, cuidados e colaborações na saúde buscando caminhos decoloniais, que permitam assumir todas as diversas texturas, tempos e espaços da vida, nas nossas práticas de pesquisa, educação, cuidado e gestão. Partimos de uma perspectiva amorosa (hooks, Freire, Fromm), integradora e corporificada, trazendo a experiência corporal e coletiva no mundo como ponto estruturante do nosso encontro. A Oficina visa reunir pessoas que circulam no campo da saúde e estão interessadas em potencializar espaços de troca, convívio e colaboração no ensino/formação, na gestão/políticas e nas práticas em saúde. Propõe-se dois turnos: no primeiro, iniciamos com uma troca afetiva e de experimentações que potencializem a vida e a saúde, no uso do corpo e no compartilhamento de experiências; no segundo, seguiremos com uma dinâmica na qual compartilharemos saberes e ferramentas para desmontarmos a máquina extrativa - e colonial - que nos governa e, quem sabe, ensaiar algumas propostas de vida e saúde para além dessa máquina.

OF.12 - SABER-SAMBA, SEMEADURAS DE ESCRITA E OUTRAS A.R.T.E.S. – AQUILOMBAMENTO, REVOLTA, TERNURA, ESPERANÇAR E SAÚDE

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 219

Convidados e aberta ao público
Vagas: 30

Coordenadores:
André Luís de Oliveira Mendonça
Quilombo Amefricano

Ementa:
Acreditando que a saúde coletiva precisa ser, aqui e agora, agente da mudança que ela sempre preconizou por meio da ideia de uma saúde integral (em substituição ao paradigma hospitalocêntrico e biologizante), desejamos com essa oficina praticar, mais do que falar sobre, um “cuidado humanizado” mediado por uma interação dialógica e horizontal com suas/seus participantes inspirada livre e responsavelmente em Paulo Freire e bell hooks, dentre tantas(os) autoras(es) e militantes de uma pedagogia crítica popular, feminista e antirracista. Mas não apenas. Com a convicção de que ainda somos amiúde dominados pela colonialidade em praticamente todas as instituições (persistência das mais diversas formas de opressão, sobretudo as estruturas de racismo, sexismo e elitismo, mesmo após o suposto “fim das colônias”), propomo-nos a sairmos em busca do bosque do afeto perdido lançando mão literalmente de outras formas de escrita (cartas, diálogos, escrevivências etc.) a serem semeadas em relação umbilical com gêneros musicais (samba, rap e outras levadas), poesias, charges etc., visando justamente à superação da colonização mental vigente ainda nos espaços acadêmicos, incluindo linhas e campos que se pretendem “descolonizados” enquanto, contraditoriamente, só valorizam o verbo (des)encarnado da razão (sangrenta). Uma proposta dessa natureza só se sustenta porque, apesar de coordenada por um docente, ela é uma semente regada por um coletivo já existente mobilizado pelo ideal de aquilombamento ético-epistêmico, como vem sendo feito em in-disciplinas e outras atividades de resistência/re-existência realizadas em tempos de pandemia e fascismo ultraliberal.

OF.29 - LIGANDO PONTOS: MAPA FALANTE COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE DE INFORMAÇÕES PARA PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO DE AÇÕES TERRITORIAIS EM SAÚDE

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 218

Aberta ao público
Vagas: 40

Público alvo:
Interessados, pesquisadores, trabalhadores em saúde no nível da gestão ou assistência.

Coordenadores:
Katia Maria Braga Edmundo
Gabriella Ferreira Nascimento Vicente

Ementa:
A oficina “Ligando pontos” utiliza a metodologia do mapa falante digital a partir da técnica participativa da construção compartilhada de soluções locais. Se destina à construção de mapas temáticos, através da plataforma compartilhada My Maps do Google. A partir da divisão em grupos, a oficina consiste na construção de 2 mapas falantes: um dos pontos que o grupo gostaria de visitar na viagem de férias a fim de explorar as funcionalidades da ferramenta e ativar a participação. Em um segundo momento, os grupos levantarão uma questão de saúde desafiadora para a equipe, bem como equipamentos e atores importantes a serem considerados na construção de um plano de ação-resposta. O objetivo da atividade é promover a conexão de informações de modo que protagonizem o território no exercício do diagnóstico e planejamento em saúde, utilizando o mapa como instrumento

OF.34 - SOFRIMENTO PSÍQUICO E MILITÂNCIA: ABORDAGENS BASEADAS NOS DIREITOS

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 220

Convidados e aberta ao público
Vagas: 20

Coordenadores:
Tiago Pires Marques
Mônica Nunes

Ementa:
Desde meados do século XX, as linguagens biomédicas e psicológicas sobre o sofrimento têm refletido o impacto de agências internacionais e de redes científicas, com propostas nos campos da ciência, da ética e dos direitos humanos. Os vocabulários e intervenções destes atores interagem com os contextos locais, criando uma cultura global de saúde mental, ainda que abrindo espaços para grande variedade de idiomas do sofrimento e políticas locais de saúde.
A história da psiquiatria tem negligenciando as dimensões políticas, éticas e cívicas que moldam os saberes sobre o sofrimento psíquico e a doença. Por seu turno, as histórias de direitos humanos não têm abordado os direitos das pessoas com diagnóstico psiquiátrico. Assim, é fundamental que as pesquisas nesta área valorizem o papel histórico dos ativismos em saúde mental.
O/as proponentes desta Oficina trabalham na pesquisa – PSYGLOCAL - Sofrimento psíquico e direitos humanos: epistemologias da saúde mental, políticas e militância na psiquiatria (Lisboa, Portugal e Salvador, Brasil, c. 1950 – c. 2020) – que discute as relações entre diferentes epistemologias da saúde mental e conceitos de direitos humanos. Nesse sentido, analisa paradigmas científicos e éticos, o seu reflexo nas políticas de saúde, e o modo como diferentes epistemologias da saúde mental e políticas de saúde pública produzem diferentes formas de ativismo e são por estas afetadas.
Esta Oficina pretende ser um espaço de debate que acolherá contributos sobre:
- abordagens do sofrimento psíquico baseadas nos direitos
- idiomas de sofrimento e políticas de cuidado
- ativismos em doença e saúde mental

R19 - UMA CHAMA QUE PERSISTE: A FORMAÇÃO MÉDICA NA SAÚDE COLETIVA E AS RESIDÊNCIAS DE MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 7A

Aberta ao público
Vagas: 50

Coordenadores:
Igor Pereira de Lima
Vanina Castro Doria de Almeida

Ementa:
Nos últimos anos vem ocorrendo uma redução da oferta de vagas de residência médica em Medicina Preventiva e Social e uma baixa procura dos médicos por esta especialização. No mercado de trabalho, também observamos uma redução da “posição/função” do médico sanitarista que não possui há muitos anos uma carreira estruturada na saúde pública, sendo, muitas vezes, absorvido pelo setor privado.
Tendo em vista este contexto, é importante a discussão acerca da formação do médico sanitarista nas universidades públicas brasileiras, para estimular novos profissionais desta categoria a optarem pela área da Saúde Coletiva, a abertura de novos programas de residência de MPS e a formação de profissionais mais qualificados para atuarem no SUS e na saúde pública.
Na atual conjuntura política é necessário que os profissionais da saúde coletiva obtenham a capacitação necessária para o planejamento e execução de políticas públicas que estejam à par do período sócio/político/econômico atual do Brasil, visando o (re)fortalecimento do SUS como um sistema de saúde democrático, diverso, equitativo e justo.
Será um encontro dividido em dois períodos, ambos iniciados com apresentações, seguidos de rodas de debate. O período da manhã será focado no panorama profissional, mercado de trabalho e papel do sanitarista na sociedade, e no período da tarde, o tema central da discussão será a formação do médico sanitarista com foco na estrutura dos programas de residência e as diretrizes curriculares.
Domingo 20 de novembro 2022 - Manhã e Tarde – 09h às 17h
OF.06 - PESSOA COM DEFICIÊNCIA, INDICADORES E POLÍTICAS SOCIAIS: CONHECENDO O SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE DEFICIÊNCIA (SISDEF) + detalhes
OF.07 - BASES PARA UMA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE INTEGRAL, RESOLUTIVA, TERRITORIAL E COMUNITÁRIA NO SUS: ASPECTOS CRÍTICOS E PROPOSIÇÕES + detalhes
OF.10 - CAMINHOS DECOLONIAIS NA SAÚDE - EXPERIENCIANDO AFETAÇÕES E AFETOS + detalhes
OF.12 - SABER-SAMBA, SEMEADURAS DE ESCRITA E OUTRAS A.R.T.E.S. – AQUILOMBAMENTO, REVOLTA, TERNURA, ESPERANÇAR E SAÚDE + detalhes
OF.29 - LIGANDO PONTOS: MAPA FALANTE COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE DE INFORMAÇÕES PARA PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO DE AÇÕES TERRITORIAIS EM SAÚDE + detalhes
OF.34 - SOFRIMENTO PSÍQUICO E MILITÂNCIA: ABORDAGENS BASEADAS NOS DIREITOS + detalhes
R19 - UMA CHAMA QUE PERSISTE: A FORMAÇÃO MÉDICA NA SAÚDE COLETIVA E AS RESIDÊNCIAS DE MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL + detalhes


OF.02B - JOGO “NO LUGAR DELA”: VIOLÊNCIA DE GÊNERO E A ROTA CRÍTICA DAS MULHERES PARA LIDAREM COM A SITUAÇÃO

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 5B

Aberta ao público
Vagas: 16

Coordenadores:
Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira
Lilia Blima Schraiber

Ementa:
O objetivo da oficina é propiciar discussão acerca da violência doméstica de gênero e da prática dos profissionais da rede intersetorial de assistência a partir da atuação dos participantes no jogo. O jogo “No Lugar Dela” é uma experiência interativa que evoca as complexas decisões com as quais mulheres se deparam quando buscam lidar com as situações de violência e procuram ajuda no sentido de superá-las. Não só as decisões são difíceis, mas também a busca por apoio em serviços o é. Por isso mesmo e porque a situação vivida tem sido envolta por silêncios que a tornam invisível como questão de qualidade de vida e direitos das mulheres, os caminhos que as mulheres percorrem quando decidem romper com os silêncios têm sido chamados de rotas críticas. O jogo traz a história de oito mulheres, criadas a partir de relatos coletados em pesquisas e de casos efetivamente assistidos na atividade a que chamamos CONFAD (Conflitos Familiares Difíceis), que é parte da assistência integral provida às mulheres usuárias de um serviço escola de atenção primária à saúde. Assim, nenhum relato é efetivamente um caso do jogo, mas suas personagens fundam-se em histórias vividas por muitas mulheres. A oficina tem duração de 3 horas e é direcionada a estudantes e trabalhadores da saúde, da assistência social, da justiça, da educação e para participantes de movimentos sociais.

OF.14 - SAÚDE É DEMOCRACIA: DIVERSIDADE, EQUIDADE E JUSTIÇA SOCIAL. COMO ALCANÇAR SEM RACIALIZAR? ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS?

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 101A

Aberta ao público
Vagas: 35

Coordenadores:
Laurenice de Jesus Alves Pires
Samantha Vitena Barbosa

Ementa:
O Coletivo Negro da Fiocruz percebeu a necessidade de unir pessoas que avancem em proposições em prol da saúde da população negra na sua diversidade e em diferentes cenários. Entendemos que raça/racismo são componentes essenciais da determinação do processo saúde-doença e, sem considerar suas consequências, não há como avançar nesta discussão. Pensar em saúde e democracia é pensar na população negra, heterogênea, o que ressalta a necessidade de se pensar processos equânimes de saúde e justiça social.

Essa oficina será aberta a todos os congressistas e tem como objetivo promover debates e proposições práticas para o mundo do trabalho, assistência e ensino, alinhada à temática central do congresso, do ponto de vista da racialização dos corpos.

A oficina contará com dois momentos distintos. No primeiro, os participantes serão divididos em grupos referentes a cinco temáticas distintas, transversalizadas pela Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), a saber: 1. população carcerária; 2. população idosa; 3. população LGBTQIA+; 4. pessoa com deficiência; 5. população em situação de rua. O objetivo é que cada grupo responda à pergunta que dá título à oficina. Como subsídio à discussão, serão ofertados materiais de apoio.

No segundo momento, os participantes serão re-agrupados de maneira que haja um representante de cada grupo anterior nesta nova composição. O objetivo é que, a partir de uma situação-problema comum a todos os grupos, estes possam reconduzir a discussão desde uma perspectiva interseccional e apresentar propostas que levem à justiça social e à equidade para a população negra.

OF.21 - TÉCNICAS COMPUTACIONAIS PARA O ESTUDO QUALITATIVO DE PLATAFORMAS DIGITAIS APLICADAS AOS ESTUDOS SOBRE SAÚDE

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 5A

Aberta ao público
Vagas: 10

Coordenadora:
Priscilla Normando

Ementa:
As ciências sociais computacionais se desenvolveram a partir da necessidade das humanidades em pesquisar sobre as plataformas digitais e, também, da possibilidade do uso das capacidades computacionais disponíveis na melhoria dos métodos de pesquisa qualitativos. Os estudos em saúde coletiva também fazem uso de dados disponíveis na web. A oficina aborda as principais técnicas e ferramentas disponíveis para coleta, processamento e visualização de dados oriundos de notícias, redes sociais e outras modalidades de plataforma digital. Durante a oficina será construído um notebook utilizando a linguagem de programação Python e marcações em Markdown, levando às participantes a construir uma ferramenta base que pode ser livremente adaptada para suas pesquisas qualitativas e quantitativas utilizando dados de plataformas digitais. Podem se inscrever quaisquer pessoas interessadas pelo tema, porém familiaridade com a linguagem de programação Python facilitará o melhor aproveitamento dos materiais abordados.

OF.42 - ENCONTRO GTT ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE DO COLÉGIO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 106

Convidados e aberta ao público
Vagas: 30

Coordenadora:
Julia Nogueira

Ementa:
O Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), criado em 1978, é uma entidade científica que congrega pesquisadores(as) ligados(as) à área de Educação Física/Ciências do Esporte. Suas ações compreende a representação acadêmica em órgãos diversos, realização de eventos científicos, edição da Revista Brasileira de Ciências do Esporte, entre outras. O CBCE está Organizado em Secretarias Estaduais e Grupos de Trabalhos Temáticos, dentre estes o GTT Atividade Física e Saúde (GTT-AFS).
O campo de análise do GTT-AFS são as práticas corporais/atividades físicas consideradas como objeto não particular de um campo de conhecimento – e que, portanto, assumem a compreensão do fenômeno a ela relacionado por meio de diferentes saberes.
Neste sentido, a reunião tem como objetivo revisar o plano de ações do GTT-AFS. Será feita uma apresentação do GTT-AFS aos participantes do encontro e na sequência serão discutidas as estratégias para cada ação do plano de gestão, tais como os trabalhos conjuntos e a organização para o Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte 2023.

R16 - REUNIÃO GT SAÚDE INDÍGENA

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala 102B

Aberta ao público
Vagas: 100

Coordenadora:
Ana Lucia de Moura Pontes

Ementa:
A área de saúde indígena tem se consolidado nas últimas décadas, e o GT de saúde indígena da Abrasco tem um importante papel nessa construção. Por outro lado, nos ulitmos anos vemos um crescimento e transformações na área de saúde indígena, com novos perfis de atuação e perspectivas, tais como o crescente ingresso de indígenas na academia. Além disso, a atuação no campo se insere num contexto político de acirramento dos ataques aos direitos indígenas, sendo necessário refletir sobre a atuação tecnico-científica na área. Por isso, a presente proposta visa realizar uma reunião aberta do Gt de saúde indígena da Abrasco para: a) apresentar a trajetória do GT, os principais projetos desenvolvidos nos seus 20 anos de atuação, destacando as atividades durante a pandemia da Covdi-19; b) conhecer e dialogar com pessoas que estejam atuando ou tenham interesse na área de saúde indígena, com vistas a mapear o desenvolvimento do campo; c) realizar uma análise da conjuntura e perspectivas da área de saúde indígena com vistas a fazer um diagnóstico para o planejamento das atividades do GT. A metodologia consistirá de breves apresentações iniciais sobre o GT por seus membros, seguida de abertura para apresentação dos participantes. Se apresentará perguntas norteadoras para estimular o debate entre os participantes, com um trabalho de relatoria que sistematize as contribuições para subsídios futuros da coordenação do GT. A atividade também visa auxiliar o prcesso de ampliação e diversificação dos membros do GT.

R17 - ENCONTRO PARA APRESENTAR O FÓRUM SOCIAL BRASILEIRO DE ENFRENTAMENTO DAS DOENÇAS INFECCIOSAS E NEGLIGENCIADAS E DEBATER A CARTA RESULTANTE DA EDIÇÃO 2022

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 103A

Convidados e aberta ao público
Vagas: 60

Coordenadores:
Jaqueline Caracas Barbosa
Eliana Amorim de Souza

Público alvo:
Profissionais de saúde, gestores, docentes, estudantes, pesquisadores, usuários, lideranças de movimentos sociais, entre outros.

Ementa:
Breve descrição: O Fórum Social Brasileiro de Enfrentamento das Doenças Infecciosas e Negligenciadas representa um espaço de fortalecimento, participação social, compartilhamentos e incidência política de movimentos sociais e pessoas acometidas por diferentes Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs). Ao longo dos 6 anos, o Fórum reuniu participantes de diferentes regiões brasileiras, entre pessoas acometidas, lideranças de movimentos sociais, profissionais de saúde, estudantes, pesquisadores e gestores. Seis Cartas foram elaboradas e enviadas a governos, apresentadas em diferentes espaços, além de publicadas em redes. O Fórum conta com o envolvimento ativo do Programa de Pós Graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, NHR Brasil, Instituto Multidisciplinar em Saúde da Universidade Federal da Bahia, entre outros atores, podendo compor o eixo 4 do evento.
Objetivo: Objetiva-se realizar um encontro para apresentar a experiência inovadora do Fórum de Enfrentamento das Doenças Infecciosas e Negligenciadas, debater a carta resultante da Edição 2022 do Fórum e discutir caminhos para manutenção do diálogo contínuo a partir de um Fórum permanente de debate e monitoramento das reivindicações apontadas na carta.
Metodologia: O encontro contará com a participação de membros atuantes no Fórum, e terão suas discussões direcionadas a partir da Carta do Fórum 2022, que será elaborada em um momento que antecederá o evento da Abrasco em novembro. O encontro terá uma carga horária de 04 horas, trazendo reflexões acerca dos desafios enfrentados no contexto das doenças negligenciadas.

R21 - INQUÉRITOS NACIONAIS E VIGILÂNCIA EM SAÚDE - IMPLICAÇÕES PARA OS PROGRAMAS DE SUPLEMENTAÇÃO DE MICRONUTRIENTES NO BRASIL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 2A

Aberta ao público
Vagas: 30

Coordenadoras:
Letícia Vertulli
Paula Leffa

Ementa:
No Brasil, o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI-2019) evidenciou redução das prevalências de anemia e deficiência de vitamina A em crianças <5 anos. Contudo, desde então a fome dobrou nas famílias com crianças <10 anos, passando de 9,4% (2020) para 18,1% (2022), (Rede PENSSAN, 2022). Diante desse contexto, faz-se necessário manter os programas de suplementação com micronutrientes. O ENANI-2019 também evidenciou que, apesar de cerca de metade das crianças brasileiras de 6-59 meses fazer uso de suplementos de micronutrientes, apenas 29,7% das crianças de 6-23 meses haviam usado suplementos somente de ferro e 23,3% das de 6-59 meses haviam usado suplementos somente de vitamina A, que compõem a política pública nacional de controle de deficiências de micronutrientes. Em 2022, os programas nacionais de suplementação de micronutrientes voltados ao público infantil foram revisados. Para isso, o grupo de trabalho composto por especialistas de diversas áreas da nutrição infantil e coordenado pelo Ministério da Saúde utilizou as evidências produzidas pelo ENANI-2019. Considerando esse histórico, são objetivos do encontro: i) apresentar os resultados do ENANI-2019 sobre deficiência de micronutrientes, consumo alimentar e uso de suplementos, que serviram de base para os debates ocorridos; ii) apresentar e debater as recentes mudanças nos programas brasileiros de suplementação de micronutrientes e os desafios para sua implementação; e iii) discutir, à luz das evidências, as perspectivas referentes ao estado nutricional de micronutrientes na infância. As reflexões advindas desse evento valorizarão a importância da epidemiologia translacional que resistiu mesmo em tempos de crise.

R22 - REUNIÃO DO FÓRUM DE GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DA ABRASCO - SOMENTE PARA CONVIDADOS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Térreo B - Sala 1

SOMENTE PARA CONVIDADOS

Coordenadores:
Vinício Oliveira da Silva
Lívia Teixeira de Souza Maia

Público alvo:
Coordenadores de cursos, docentes, estudantes, egressos, dentre outros atores e entidades que apresentem interesse no assunto.

Ementa:
O Fórum de Graduação em Saúde Coletiva da Abrasco se configura como espaço de troca de conhecimentos e reflexões, tendo como pauta permanente ações voltadas para a normatização e melhoria da formação do Bacharel em Saúde Coletiva, consolidação dos cursos e da profissão de sanitarista. Desde sua criação o FGSC desenvolve atividades durante os congressos da Abrasco, dentre as quais a reunião ampliada do Fórum durante o Pré-Congresso. Após mais de 10 anos de implementação dos cursos é necessário refletir qual papel cumpriu, expectativas e desafios para o futuro. Nesse sentido, esta atividade tem como objetivo discutir: Diretrizes Curriculares e Projetos Pedagógicos; Estágios curriculares e Práticas em SC; Curricularização da Extensão; Docência, estratégias pedagógicas e metodológicas; Suas contribuições para as ações afirmativas e para um arejamento no campo da Saúde Coletiva, trazendo inclusive o movimento estudantil novamente para o movimento sanitário; Regulamentação de uma profissão pública com carreira pública articulada e uma inserção no SUS escola de uma maneira mais orgânica no Brasil. A metodologia da reunião será fundamentada nos Grupos Temáticos do Fórum.
Domingo 20 de novembro 2022 - Manhã – 09h às 12h30
OF.02B - JOGO “NO LUGAR DELA”: VIOLÊNCIA DE GÊNERO E A ROTA CRÍTICA DAS MULHERES PARA LIDAREM COM A SITUAÇÃO + detalhes
OF.14 - SAÚDE É DEMOCRACIA: DIVERSIDADE, EQUIDADE E JUSTIÇA SOCIAL. COMO ALCANÇAR SEM RACIALIZAR? ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS? + detalhes
OF.21 - TÉCNICAS COMPUTACIONAIS PARA O ESTUDO QUALITATIVO DE PLATAFORMAS DIGITAIS APLICADAS AOS ESTUDOS SOBRE SAÚDE + detalhes
OF.42 - ENCONTRO GTT ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE DO COLÉGIO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE + detalhes
R16 - REUNIÃO GT SAÚDE INDÍGENA + detalhes
R17 - ENCONTRO PARA APRESENTAR O FÓRUM SOCIAL BRASILEIRO DE ENFRENTAMENTO DAS DOENÇAS INFECCIOSAS E NEGLIGENCIADAS E DEBATER A CARTA RESULTANTE DA EDIÇÃO 2022 + detalhes
R21 - INQUÉRITOS NACIONAIS E VIGILÂNCIA EM SAÚDE - IMPLICAÇÕES PARA OS PROGRAMAS DE SUPLEMENTAÇÃO DE MICRONUTRIENTES NO BRASIL + detalhes
R22 - REUNIÃO DO FÓRUM DE GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DA ABRASCO - SOMENTE PARA CONVIDADOS + detalhes


OF.01 - JOVENS E PROMOÇÃO DA SAÚDE: ATIVISMO E TECNOLOGIAS DIGITAIS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 104A

Convidados e aberto ao público
Número de vagas: 35

Coordenadores:
Adriana Miranda de Castro
Maria Lucia Freitas Santos

Ementa:
As vivências do período da pandemia de SARS-COV-2 deixaram ainda mais claro que os processos de produção de saúde – sempre experiência coletiva, não podem ser analisados exclusivamente do ponto de vista da relação informação/cognição. Realidades e subjetividades se constituem atravessadas por afetos, desejos, relações de (des)confiança, modelos socioeconômicos, educacionais e históricos dentre outros vetores. Retomando a articulação determinação social, garantia de direitos e promoção da saúde, propomos reunir jovens, pesquisadores e trabalhadores engajados na saúde coletiva para pensar estratégias de mobilização, educação e comunicação em saúde e como as tecnologias digitais podem ser usadas nas mesmas para reduzir a infodemia e a desinformação. A partir de conceitos-ferramentas: equidade, interseccionalidade e intersetorialidade, vamos analisar os arranjos necessários à promoção da saúde para colaborar na produção do cuidado integral à saúde, reduzindo estigmas e iatrogenias. Sem tomar as tecnologias digitais como plataformas neutras nem virtuosas em si mesmas, interessa-nos construir um espaço dialógico em que experiências e preocupações dos jovens e/ou de quem trabalha com juventudes sejam centrais para repensar a agenda temática e os dispositivos de promoção da saúde numa sociedade marcada por desigualdades sociais e violências.

OF.16 - JOVENS INVESTIGADORES - UM OLHAR GERACIONAL SOBRE A SAÚDE

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 216

Convidados e aberta ao público
Vagas:40

Coordenadores:
André Luiz da Silva Sobrinho
Itana Scher

Público alvo:
O público será de profissionais de saúde, pesquisadores e estudantes interessados.

Ementa:
A presente proposta visa promover um diálogo sobre as lutas sociais em torno do direito à saúde desde uma perspectiva da juventude. Reunindo experiências de investigação de jovens pesquisadores e ativistas residentes de favelas e periferias brasileiras, vinculados à Agenda Jovem Fiocruz, a oficina buscará refletir o continuum das lutas pelo direito à saúde travadas pelas diferentes gerações políticas dedicadas ao tema. De um lado, quais pautas atravessam os tempos e, de outro, como compreender a condição juvenil contemporânea e os desafios da juventude atual para o campo da saúde, considerando o mais recente marco institucional dos direitos dessa população - O Estatuto da Juventude (15 a 29 anos). A atividade será coordenada por três jovens investigadores e a coordenação da Agenda Jovem Fiocruz. Será apresentado alguns casos empíricos selecionados das investigações dos jovens pesquisadores e, em subgrupos, os participantes poderão refletir sobre as principais questões que desafiam os direitos dos jovens e a atenção em saúde da juventude.

OF.20 - FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS PARA A CONCEITUAÇÃO DA SAÚDE: REFLETINDO A PARTIR DAS NOÇÕES DE RESPONSABILIDADE E ALTERIDADE

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 5A

Aberta ao público
Vagas: 10

Coordenadora:
Priscilla Normando

Ementa:
O conceito de saúde é parte fundamental para a formulação de políticas públicas que atendam a coletividade, influenciando a forma como a assistência e a prevenção são entendidas. Saúde pode ser compreendida desde a noção de ausência de doença até a noção conhecida como vitalidade, passando pelas noções de cuidado, unicidade e responsabilidade coletiva. Nesta oficina propomos uma passagem teórica por essas concepções por meio da reflexão realizada de forma ensaística. As participantes serão expostas à leitura de pequenos textos para discussão e, alternadamente, serão chamadas a escrever suas reflexões sobre a pergunta: “Afinal, que conceito de saúde devemos utilizar na construção da saúde coletiva?”. Podem se inscrever quaisquer pessoas interessadas pelo tema.

OF.26 - MOVIMENTOS SOCIAIS E SAÚDE: OS DESAFIOS PARA A CONJUNTURA PÓS ELEIÇÕES

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala Hésio Cordeiro (Sala 101B)

Convidados e aberta ao público
Vagas: 75

Coordenadoras:
Fernanda Nascimento Martins
Mariana Teixeira Barroso

Ementa:
Nos últimos anos, em diversos países da América Latina acompanhamos a emergência de movimentos sociais autônomos paralelamente ao acirramento das tensões sociais no continente. Na saúde, observamos organizações, movimentos, setores da sociedade civil, profissionais de saúde e estudantes em busca de direitos, do fortalecimento dos serviços públicos e na luta contra os retrocessos do setor, aprofundados pelo contexto de governos de bases neoliberais, conservadoras, de extrema-direita.
Fomos atravessados mundialmente pela pandemia da COVID-19, cuja consequência mais devastadora foram milhões de mortes. Demonstrou-se a essencialidade dos sistemas públicos de saúde com maior reconhecimento popular
de suas funções, mas simultaneamente exacerbaram-se diversas fragilidades conhecidas dos mesmos. Buscando estratégias de sobrevivência diante desta crise social, econômica, política e sanitária, também coube aos movimentos de base dar respostas concretas e se reorganizar, assim como fizeram as equipes e profissionais que se encontravam no limite da urgência.
Neste cenário, esta oficina objetiva debater as principais pautas de mobilização da saúde na América Latina e possíveis caminhos de organização, ação e resistência, tendo como centralidades a garantia do direito à saúde nos territórios e o papel dos movimentos sociais. Pretende-se analisar especificamente as lutas pela consolidação do SUS, considerando retrocessos recentes, questões estruturais como o subfinanciamento e privatização da saúde, grupos historicamente vulnerabilizados e grupos politicamente organizados.
Apoiando-se em uma metodologia participativa e horizontal através de roda de conversa aberta a todos os participantes da oficina, serão convidados movimentos sociais diversos com interesse na pauta da saúde para construção de análises e proposições.

OF.36 - PELA RECONQUISTA DAS ALTAS COBERTURAS VACINAIS: #VACINARPARANÃOVOLTAR

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 6A

OF.38 - NAS TRILHAS DO AGIR EM COOPERAÇÃO SOCIAL: PROMOÇÃO DE SAÚDE EM TERRITÓRIOS VULNERABILIZADOS DE GRANDES CENTROS URBANOS

Local: Faculdade de Direito da UFBA - Sala 106

Convidados e aberta ao público
Vagas : 25

Coordenador:
André Luiz da Silva Lima

Ementa:
Objetivo Geral – Promover o debate acerca dos limites e possibilidades de uma ação qualificada em promoção da saúde junto à territórios socioambientalmente vulnerabilizados situados nos grandes centros urbanos do Brasil a partir de temas estratégicos como: literatura periférica e promoção da saúde, juventude periférica e saúde, desenvolvimento territorial, inter-relação entre estudantes faveladxs / periféricxs e as Instituições de Ensino Superior, etc.

Objetivos secundários –
- Expor experiencias desenvolvidas pela coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz;
- Contribuir na formação e/ou fortalecimento das possíveis redes entre pesquisadores, militantes e trabalhadores da saúde em prol de um agir promotor da saúde emancipatório.
- Distinguir o agir em cooperação social de uma ação pautada na lógica da responsabilidade social ou de uma ação em extensão universitária pontual.
- Apresentar conceitos estratégicos como “Governança Territorial Democrática” e “Territorialização de Políticas Públicas” aos participantes da oficina.

OF.39 - RECOMENDAÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DAS AÇÕES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NA APS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 5B

Convidados e aberta ao público
Vagas: 30

Ementa:
(1) Debater o documento “Recomendações para o fortalecimento das ações de Alimentação e Nutrição na APS”; (2) Refletir sobre a importância do fortalecimento da APS diante do cenário epidemiológico atual; (3) Apontar desafios relacionados à agenda de pesquisa em Alimentação e Nutrição na APS.

R02 - REDE DE PESQUISAS EM SAÚDE PARA A REPARAÇÃO DO DESASTRE OCASIONADO PELO ROMPIMENTO DA BARRAGEM DO FUNDÃO, DE PROPRIEDADE DA MINERADORA SAMARCO S.A.

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala 104B

Aberta ao público

Vagas: 60

Ementa:
Em 15 de novembro de 2015 ocorreu o rompimento da barragem que despejou na bacia do rio Doce mais de 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro (água, areia, ferro, resíduos de alumínio, manganês, cromo e mercúrio). Este rompimento é considerado o maior desastre ambiental do Brasil e um dos maiores do mundo pelas suas consequências sociais, ambientais e de saúde.
Foram mais de 40 municípios e mais de 2 milhões de pessoas atingidas, nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, ocasionando sérios danos econômicos, sociais, ambientais e de saúde, sendo muitas consequências de longo prazo e ainda desconhecidas.
Passados sete anos, os órgãos públicos envolvidos concluíram sobre a necessidade de identificar nova estratégia, dada a inefetividade dos resultados alcançados, relacionados à saúde.
Por solicitação do Ministério da Saúde, a Fiocruz coordenará a Rede de Pesquisas em Saúde para a reparação do desastre ocasionado pelo rompimento da barragem da Samarco.
A rede terá como objetivos o desenvolvimento e execução dos estudos necessários para o conhecimento e enfrentamento da realidade dos territórios atingidos, integração e articulação das demais instituições de pesquisa necessárias e envolvidas na condução e execução dos estudos e o desenvolvimento das demais atividades administrativas e técnicas necessárias para a realização dos estudos.
O propósito desta reunião é compartilhar, no ambiente privilegiado do 13º Abrascão, a concepção do desenho e diretrizes para estruturação da a Rede de Pesquisas em Saúde para a reparação do desastre ocasionado pela Samarco.

R06 - DESAFIOS E CAMINHOS PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE NO BRASIL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Suíte 2A

Convidados e aberta ao público
Vagas: 30

Coordenadores:
Anamaria D Andrea Corbo
Ingrid D‘ávilla Freire Pereira

Ementa:
Desde a criação do SUS, há um crescente reconhecimento da importância e do papel dos trabalhadores técnicos de nível médio na garantia e efetivação de seus princípios e diretrizes. Diversas entidades e instituições ligadas à formação e ao trabalho de técnicos em saúde têm participado ativamente dos espaços de formulação de políticas visando o fortalecimento do campo da educação profissional em saúde. Nos últimos anos, no entanto, uma parte expressiva dessas instâncias e iniciativas perderam força ou foram sistematicamente esvaziadas de seu valor estratégico. A diminuição dos espaços de decisão tem reflexos diretos na desmobilização de atores que até então se articulavam em redes e grupos específicos de atuação sobre as políticas de formação em saúde. No momento em que a democracia é ameaçada, aumenta a responsabilidade de sujeitos e instituições públicas na coordenação de esforços para rearticular as redes e aumentar sua participação na construção da política. Cabe ainda ressaltar que a pandemia de Covid-19 enfatizou a relevância de atuação desses trabalhadores na atenção básica, na assistência hospitalar e complexificou a dimensão dos saberes e práticas na produção do cuidado em saúde. Ao mesmo tempo agudizou as penosidades associadas à precarização e intensificação das cargas de trabalho em saúde. O objetivo desta reunião é mapear os desafios atuais que se apresentam nesse campo; discutir os possíveis caminhos e alternativas para seu enfrentamento e identificar estratégias coletivas de curto e médio prazo para seu fortalecimento.

R07 - FÓRUM

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 100A

Convidados e aberta ao público
Vagas: 100

Coordenadores:
Joziléia Daniza Jagso Kaingang
Eliana Elisabeth Diehl

Convidadas:
Braulina Baniwa –antropóloga e membra da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade/ANMIGA
• Auricelia Arapiun (Auricelia dos Anjos Fonseca) – estudante de direito na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e coordenadora do Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (CITA)
• Nita Tuxa – psicóloga, mestre e atuando no Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia
• Yacuna Tuxa – artista indígena e militante LGBTI+

Debatedoras:
• Ana Lucia de Moura Pontes (Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca/Fiocruz, GT Saúde Indígena/Abrasco)
• Inara do Nascimento Tavares (Instituto Insikiran/Universidade Federal de Roraima, Doutoranda na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, GT Saúde Indígena/Abrasco)

Ementa:
A colonização e as contínuas invasões dos territórios indígenas colocaram as mulheres indígenas como uma das principais vítimas de violências física, psicológica, moral e sexual, além da própria usurpação de suas terras e das tentativas de apagamento de suas identidades e organizações socioculturais. A escassez e invisibilidade de dados estatísticos sobre violência contra mulheres indígenas e a inexistência de políticas públicas voltadas a elas que considerem as especificidades dos vários contextos dos povos no país, são fatos que demonstram as omissões do Estado brasileiro. Ademais, nos últimos anos, no cenário de agravamento das violações dos direitos indígenas e da pandemia da Covid-19, as preocupações com a saúde mental das indígenas emergem como pauta central, inclusive para a proteção das lideranças que estão lutando na linha de frente. Nesse cenário, o enfrentamento a esses graves problemas tem sido feito pelas mulheres indígenas organizadas, a exemplo das duas Marchas Nacionais das Mulheres Indígenas e da criação da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) em 2021. Esse fórum debaterá, a partir da fala de indígenas mulheres, os impactos da violência contra as indígenas e os desafios a serem afrontados e superados. Vale destacar que pela primeira vez esse tema será abordado em um congresso da Abrasco, cuja chamada “Democracia é saúde: diversidade, equidade e justiça social” encontra voz e ação por meio das indígenas mulheres. A realização da atividade conta com a parceria do GT Saúde Indígena da Abrasco, ENSP/Fiocruz e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural.

R14 - ENCONTRO DOS COLETIVOS NEGROS: AVANÇOS E DESAFIOS NA LUTA ANTIRRACISTA NA SAÚDE COLETIVA

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 105A

Vagas: 40

Coordenadores:
Laurenice de Jesus Alves Pires
Ângela Maria Pereira

Ementa:
O Coletivo Negro da Fiocruz Rio de Janeiro propõe este encontro com o objetivo de reunir os Coletivos Negros e grupos afins, das unidades Fiocruz e de cursos de Saúde Pública, para uma roda de conversas sobre os avanços, desafios e oportunidades observados nos colegiados de alunxs, professorxs e profissionais negros envolvidos na formação e na atuação antirracista na Saúde Coletiva.

Tendo como ponto de partida a Lei 12.711, aprovada em agosto de 2012, responsável pela entrada de milhares de jovens negros na educação superior, nossa proposta é estimular um debate sobre: i) políticas institucionais para permanência de alunxs negros nos espaços universitários (graduação e pós-graduação), ii) a urgência da pluralidade epistemológica na formação, iii) a universalização de estudos com recortes raciais, iv) linhas de pesquisa com temáticas raciais, e v) o direito de manter conectada a escrita acadêmica e científica às experiências vividas.

A presença de mais corpos negros no ambiente universitário (graduação e pós graduação) tem intensificado a disputa por teorias, narrativas e práticas antirracistas. Para enfrentar essa realidade, a estratégia de aquilombamento através dos Coletivos Negros e grupos afins tem sido uma realidade cada vez mais presente. Aquilombamento entendido como uma tecnologia de resistência e sobrevivência universitária. Visando o fortalecimento individual e coletivo dos sujeitos para a construção de um ambiente saudável, seguro e capaz de constituir e fortalecer a identidade de sanitaristas negros antirracista produzindo enfrentamentos ao racismo estrutural também presente na Saúde Coletiva.

Assim, essa reunião visa refletir sobre as contribuições dos Coletivos Negros e grupos afins na luta por uma Saúde Coletiva antirracista na formação e na atuação profissional dos sanitaristas brasileiros.

R15 - ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NO BRASIL NOS ÚLTIMOS 20 ANOS: MARCOS, INFLEXÕES E PERSPECTIVAS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino A - Sala 103A

Aberta ao público
Vagas: 30

Coordenadores:
Inês Rugani Ribeiro de Castro
Elisabetta Recine

Ementa:
O campo da Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva vem se ampliando do ponto de vista institucional, de produção do conhecimento e de incidência política nas últimas décadas. Diversas políticas, programas e ações implementados, além de eventos que mobilizam os profissionais, são estratégicos para a Agenda da Saúde e da Alimentação e Nutrição e para a redução de desigualdades relacionadas aos sistemas alimentares. Assim, consideramos como produtores de inflexões nas práticas políticas, entre outros: (1) a publicação da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e das duas edições da Política Nacional de Alimentação e Nutrição; (2) os avanços no Programa Nacional de Alimentação Escolar que o inscreve como uma Política Nacional a partir da publicação da lei Lei nº 11947, de 16 de junho de 2009 ; (3) a realização do Congresso World Nutrition-2012 no Brasil, sem conflitos de interesses e sem financiamento do setor privado, cujas práticas constituem determinantes comerciais da saúde e condicionantes das Doenças Crônicas Não Transmissíveis e (4) a publicação do Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para políticas públicas e do Guia Alimentar para a população brasileira, instrumentos de políticas públicas que contribuem para a Promoção da Alimentação Adequada e Saudável. Tais instrumentos orientam as políticas públicas, estabelecem inflexões nas abordagens e práticas, sob uma perspectiva ampliada de alimentação e nutri&cce dil;ão, e reorientam as relações com o setor privado comercial. O objetivo deste fórum é promover uma compreensão compartilhada sobre contextos, temas, políticas, programas estratégicos para a Agenda Pública da Alimentação Nutrição e Saúde Coletiva nos últimos 20 anos que possibilitaram inflexões na direção de abordagens ampliadas sobre alimentação e nutrição e práticas políticas para redução das desigualdades relacionadas aos sistemas alimentares e para o enfrentamento da insegurança alimentar e nutricional.

R20 - FORMAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NA GRADUAÇÃO: NOVAS EXPERIÊNCIAS E AS POTENCIALIDADES DA INTEGRAÇÃO

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Sala 102B

Aberta ao público
Vagas: 40


Coordenadores:
Letícia Vertulli
Katia Bloch

Ementa:
Esta proposta de atividade objetiva compartilhar a experiência de ensino em Saúde Coletiva (SC) no Internato rotatório de SC da Faculdade de Medicina da UFRJ. O internato de SC teve início no 2º semestre de 2018 de forma transversal e integrado às demais áreas do internato.
No internato de Medicina de Família e Comunidade e Saúde Mental (MFC/SM), os alunos atuam em Clínicas da Família, com registros em diários de campo e supervisão semanal conjunta de professores de MFC, SM e SC, relacionando as vivências e relatos a temas como vigilância em saúde, clínica ampliada, projeto terapêutico singular, atuação em redes de atenção à saúde.
Nas demais áreas as atividades são diversas, incluindo discussão de casos clínicos, de textos ou temas previamente selecionados sempre com um professor da SC e outro das demais áreas, Cirurgia, Clínica, Gineco-Obstetrícia ou Pediatria. Os temas de Saúde Coletiva abrangem aspectos epidemiológicos, de políticas de saúde, saúde do trabalhador e de ciências humanas e sociais. Os alunos têm participação ativa e o conteúdo da SC é abordado à luz das experiências de campo.
A SC, campo de conhecimentos e atuação multiprofissional, tem um papel estratégico nas discussões de questões do processo saúde e doença, na própria organização da assistência e nas necessidades sociais de saúde. Com isso, a atividade proposta permite a construção de um espaço para o compartilhamento de experiencias e aprendizados coletivos com outros professores e alunos a partir do entendimento ampliado de saúde e de cuidado integral.

R23 - ENCONTRO MATERNIDADES PRETAS E SUAS LUTAS TERRITORIAIS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 3B

Aberta ao público
Vagas: 30

Coordenadores:
Guilherme Franco Netto
Marcia da Silva Pereira

Ementa:
O encontro das mães pretas e suas lutas territoriais, visa fortalecer as políticas e direitos da saúde dos povos e das populações do campo, da floresta e das águas na perspectiva do direito à saúde e dos bens comuns, e tem como objetivo subsidiar discussões e apoiar a produção de conhecimento compartilhado que identifique soluções e inovações de saúde pública e coletiva relacionados ao tema; Promover o diálogo com instituições e movimentos sociais visando propor e fortalecer políticas públicas em favor da saúde dos povos e das populações do campo, da floresta e das águas; Construir espaço dialógico para que mulheres pretas possam narrar, compartilhar e ressignificar suas experiências de maternagem a partir da identificação dos atravessamentos e efeitos do racismo estrutural. Propiciar a reconstrução coletiva e afetiva da imagem de si no papel/lugar de mãe preta.

Metodologia: Ancorada na cosmogonia afro-diaspórica, a metodologia retoma as ideias de roda, terreiro e quilombo, investindo na circularidade do espaço e na horizontalidade da conversa para que venham à toa histórias, vivências e acolhimentos transformadores. Pela valorização da oralidade produz-se o reconhecimento das violências experimentadas e ancestrais e estabelece-se processo de aquilombamento, ampliando horizontes e impulsionando atitudes que rompam com a colonialidade no país

R25 - CANNABIS E SAÚDE COLETIVA, UMA CONVERSA QUE PRECISA SER FEITA HÁ 100 ANOS. DESCRIMINALIZAR E REGULAMENTAR, PARA INTERRUPÇÃO DA GUERRA ÀS DROGAS.

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Mezanino B - Suíte 4B

Convidados e aberta ao público
Vagas: 50

Coordenadoras:
Renata Coutinho Pereira
Valeria Izabel Moura

Ementa:
Pelos últimos 100 anos a Cannabis sativa sp. vem sofrendo como planta medicinal e fitoterápica que é, um afastamento deliberado de sua função terapêutica pelo poder biomédico. Enquanto a ciência cannabica se desenvolve rapidamente no mundo, aqui no Brasil, tem se desenvolvido lentamente e progride pela força braçal de pesquisadores que ativamente se engajam na causa, normalmente sem financiamentos além dos próprios, apenas por saberem que não existe justificativa científica para a manutenção da planta no status atual, de substância proibida. O que na prática, entrega a vida dos usuários que são atravessados pela questão de uso e abuso de substâncias ilícitas, nas mãos de um poder que nada tem a ver com oferta de cuidado, que é a política de segurança. Hoje temos a violência como gerador e perpetuador de políticas que são adotadas pelo Estado, por exemplo a guerra às drogas. Temos como determinantes de saúde sociais e centrais hoje, a pobreza e a alteridade (negros, indígenas, lgbtqia+...) a maior parte da população brasileira, que atualmente vive em condições de precariedade e que são na maioria, mulheres, negras e periféricas, são totalmente prejudicada nessa lógica e em consequência, toda a população. Pretendemos fazer 2 apresentações com discussões centrais neste tema seguidas de roda de debates, pretendemos ao final escrever um documento com nossas sensações, sentimentos, atravessamentos e desejos pela construção de um Brasil outro, justo e com equidade real.
Domingo 20 de novembro 2022 - Tarde – 14h às 17h
OF.01 - JOVENS E PROMOÇÃO DA SAÚDE: ATIVISMO E TECNOLOGIAS DIGITAIS + detalhes
OF.16 - JOVENS INVESTIGADORES - UM OLHAR GERACIONAL SOBRE A SAÚDE + detalhes
OF.20 - FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS PARA A CONCEITUAÇÃO DA SAÚDE: REFLETINDO A PARTIR DAS NOÇÕES DE RESPONSABILIDADE E ALTERIDADE + detalhes
OF.26 - MOVIMENTOS SOCIAIS E SAÚDE: OS DESAFIOS PARA A CONJUNTURA PÓS ELEIÇÕES + detalhes
OF.36 - PELA RECONQUISTA DAS ALTAS COBERTURAS VACINAIS: #VACINARPARANÃOVOLTAR + detalhes
OF.38 - NAS TRILHAS DO AGIR EM COOPERAÇÃO SOCIAL: PROMOÇÃO DE SAÚDE EM TERRITÓRIOS VULNERABILIZADOS DE GRANDES CENTROS URBANOS + detalhes
OF.39 - RECOMENDAÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DAS AÇÕES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NA APS + detalhes
R02 - REDE DE PESQUISAS EM SAÚDE PARA A REPARAÇÃO DO DESASTRE OCASIONADO PELO ROMPIMENTO DA BARRAGEM DO FUNDÃO, DE PROPRIEDADE DA MINERADORA SAMARCO S.A. + detalhes
R06 - DESAFIOS E CAMINHOS PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE NO BRASIL + detalhes
R07 - FÓRUM + detalhes
R14 - ENCONTRO DOS COLETIVOS NEGROS: AVANÇOS E DESAFIOS NA LUTA ANTIRRACISTA NA SAÚDE COLETIVA + detalhes
R15 - ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NO BRASIL NOS ÚLTIMOS 20 ANOS: MARCOS, INFLEXÕES E PERSPECTIVAS + detalhes
R20 - FORMAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA NA GRADUAÇÃO: NOVAS EXPERIÊNCIAS E AS POTENCIALIDADES DA INTEGRAÇÃO + detalhes
R23 - ENCONTRO MATERNIDADES PRETAS E SUAS LUTAS TERRITORIAIS + detalhes
R25 - CANNABIS E SAÚDE COLETIVA, UMA CONVERSA QUE PRECISA SER FEITA HÁ 100 ANOS. DESCRIMINALIZAR E REGULAMENTAR, PARA INTERRUPÇÃO DA GUERRA ÀS DROGAS. + detalhes



Cafés Intergeracionais


Cafés Intergeracionais acontecerão no período do congresso de 22 a 24 de novembro de 2022.
(por favor clique em “+ detalhes” para verificar a ementa de cada atividade e o local):


Todos os Cafés têm vagas limitadas, que serão distribuídas entre inscritos na categorias graduando e pos graduando que só pode escolher 1 dos cafés.

A participação nos Cafes é condicionada à inscrição no Congresso. Caso ainda não tenha se inscrito no Congresso, clique aqui.

Após o pagamento de inscrição do congresso, o menu Inscrição em Atividades estará disponível em sua área restrita para que possa escolher qual deseja participar.


CAFÉ N.1 - RELAÇÕES SAÚDE, AMBIENTE E SOCIEDADE

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositores: Guilherme Werneck e Tatiana Engel Gerhardt

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.2 - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: DESAFIOS PERSISTENTES E PERSPECTIVAS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositores: Carmen Fontes de Souza Teixeira e Helena Maria Scherlowski Leal David

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.3 - CIDADANIA: FRAGILIDADES E POTÊNCIAS DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositor(a): Silvia Gerschman

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.4 - SAÚDE COLETIVA EM UM MUNDO GLOBALIZADO, O DIÁLOGO SUL-SUL E A AGENDA 2030

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositor(a): Deisy de Freitas Lima Ventura

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.5 - FORMAÇÃO E TRABALHO NA SAÚDE COLETIVA: DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositores: Eliana Goldfarb Cyrino e Sábado Nicolau Girardi

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.6 - COMUNICAÇÃO, CIÊNCIA E SAÚDE: DIÁLOGOS SOBRE NOVOS CENÁRIOS E DESAFIOS PARA A SAÚDE COLETIVA (NEGACIONISMO)

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositores: Ricardo Rodrigues Teixeira e Inesita Soares de Araujo

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.7 - DIÁLOGO ENTRE AS TRÊS SUBÁREAS DA SAÚDE COLETIVA: A ESPECIFICIDADE E O COMUM

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositores: Rosana Onocko Campos, Ligia Regina Franco Sansigolo Kerr e Suely Ferreira Deslandes

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.8 - INTERSECCIONALIDADES, LUTAS SOCIAIS E DIREITOS HUMANOS NA SAÚDE

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositores: Mônica de Oliveira Nunes de Torrenté e Luís Eduardo Batista

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.

CAFÉ N.9 - NOVOS APORTES NA RELAÇÃO EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE COLETIVA: A QUESTÃO DA DESIGUALDADE SOCIAL

Local: Centro de Convenções Salvador (CCS) - Restaurante

Somente para graduandos e pós-graduandos
Vagas: 15

Expositores: Antonio A M D Silva e Estela Maria Motta Lima Leão de Aquino

Ementa:
A atividade se propõe a ser um diálogo para conectar gerações no âmbito da Saúde Coletiva e refletir sobre aspirações, projetos, disputas e horizontes futuros, tendo a Reforma Sanitária Brasileira como uma utopia a ser alcançada. Na forma de ‘café da manhã’, em que as pessoas participantes terão a oportunidade de dialogar com 2 pesquisadores e pesquisadoras de referência da saúde coletiva, sendo três mesas por dia pelos três dias do congresso, pelas manhãs. Esta atividade gera e fomenta diálogos entre os indivíduos, criando uma rede viva de trocas colaborativas que acessam e aproveitam a inteligência coletiva para responder questões de grande relevância social.
Cafés Intergeracionais
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CAFÉ N.9 - NOVOS APORTES NA RELAÇÃO EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE COLETIVA: A QUESTÃO DA DESIGUALDADE SOCIAL + detalhes